Provocações Sussurradas (Cena 6)
CENA 6. Toalhas
Mari logo foi acender o fogão à lenha, com ajuda de Marco. Feito isso, ela abriu um armário e pegou umas cobertas e toalhas.
“Tomem essas toalhas. Infelizmente, acho que não tem roupas aqui. Mas tem uns cobertores. Dá pra se embrulhar neles. Ao menos enquanto as roupas secam perto do fogo”, disse Mari entregando umas cobertas para eles. “Marco, vira pra lá pra gente se cobrir com esses cobertores”, disse Mari, e ela e Júlia tiraram suas roupas molhadas e se enrolaram nas mantas.
Logo uma luz bruxuleante tomou conta da pequena cozinha e o crepitar da lenha se misturou ao barulho da tempestade. Júlia e Mari se sentaram ao redor do fogo embrulhadas nos cobertores e Marco foi ao carro buscar uns sanduíches que Mari tinha trazido para lancharem. Esquentaram a comida e ficaram conversando despreocupadamente. Marco se levantou e foi tirar sua camisa e blusa e também se enrolar nos cobertores. As duas puderam ver que ele tinha um abdômen firme, um peitoral amplo, coberto com uma camada de pelos, e braços fortes, apesar de ser um cara esguio.
“Ui, o frio não passa”, disse Júlia. “Continuo molhada”. E se levantou, foi até o banheiro usando a luz do celular e voltou uns segundos depois trazendo suas roupas de baixo na mão. “Melhor botar pra secar”, disse ajeitando as peças ao redor do fogo. “Quer saber? Também estou morrendo de frio”, concordou Mari, e fez o mesmo processo.
Marco se levantou e começou a remexer os armários da casa. “Tenho certeza que tem alguma bebida aqui, sempre tem. Toda casa de roça tem uma” e continuou abrindo gavetas e portas. “Achei!” e exibiu triunfante uma garrafa de cachaça!
“Não vou tomar isso!”, disse Júlia. “Sei lá de onde veio”.
“Não tem nada a ver. Cheirei e está boa!”.
“Quer saber? Me dá um gole”, pediu Mari para surpresa dos outros dois.
Marco procurou copos e serviu pequenas doses. Júlia acabou tomando também, apesar do reclamo inicial.
“Evito beber, mas está frio pra caramba e pra dormir com essa tempestade eu vou precisar de ajuda. Álcool me derruba”, explicou Mari. A conversa continuou sobre viagens, perrengues e outras coisas tranquilas.
Marco às vezes ficava distante. Ele só pensava que Júlia estava nua logo ali, protegida apenas por aquele cobertor. Ela também voltara a pensar nele. Cogitara irem ao banheiro juntos ou lá fora, mas não tinha jeito. Estava frio e chuvoso e, claro, Mari notaria.
Júlia, então, inventou uma desculpa qualquer para levantar e passar por trás de Mari. Posicionada num local em que a amiga não a veria, tirou o cobertor e mostrou um seio a Marco, seguida daquele olhar sedutor que só ela sabia fazer. O coração do rapaz disparou novamente e seu membro já enrijeceu.
Ela se sentou, mas mudou ligeiramente a posição das pernas, deixando uma grande parte da coxa esquerda à mostra, mas mantendo um ar descontraído e continuando a conversar normalmente com Mari.
O assunto mudou e Marco começou a contar uma história de uma viagem com amigos a Paraty. Mari estava prestando atenção e Júlia fez o olhar de Marco ir para sua mão e foi seguindo lentamente até o meio de suas pernas entre o cobertor. Ela abriu um pouquinho a coberta, só para ele ter uma noção de sua pele nua, e mostrou que estava colocando um dedo na vagina, que estava se masturbando...
Marco até perdeu o fôlego e precisou voltar algumas vezes na história. Mari fazia observações e Júlia só concordava ou comentava rapidamente. Por um tempo, Mari olhava para Marco, que tentava contar seu relato olhando para Júlia, mas tentando disfarçar e Júlia se masturbava gostosamente, aproveitando toda a situação. Foi então que ela tirou o dedo da boceta e devagarzinho colocou na boca e chupou, fazendo cara de tesão.
O pau de Marco quase explodiu. E isso foi bem a tempo, pois instantes depois Mari se levantou para servir mais uma pequena dose para todos.
“Você é louca!”, disse Marco para Júlia sem soltar um som.
Júlia respondeu chupando um dedo e rindo com cara de safada.
Mari voltou e a conversa recomeçou. Voltaram a falar de viagens que gostariam de fazer e países a conhecer.
Novamente Júlia inventou uma desculpa para se levantar e passar atrás de Mari. Dessa vez ela abriu o cobertor e mostrou a boceta... Linda, perfeita... Passou rapidamente a mão por seu sexo, levou aos seios, fez uma expressão de tesão e voltou ao seu lugar.
Estavam os dois elétricos, mas Mari estava com sono. Não havia uma divisão entre o “quarto” e a cozinha. Era como se fosse um único cômodo. Isso impedia qualquer coisa.
“Gente, preciso ir ao banheiro, mas estou com medo de ir sozinha”, disse Mari. “Sei lá, rato, sapo, morcego...”.
“Quer que eu dê uma olhada?”, respondeu Marco.
“Não, quero que vocês fiquem lá comigo...”. Ela devia estar mais leve por causa do álcool para pedir algo assim, mas certamente estava com medo.
E os três foram ao banheiro com ela.
“Faz uma cortininha aí pro Marco não me ver pelada”.
Pegaram uma toalha e tamparam Mari como foi possível. Ela colocou o cobertor de lado e sentou-se nua no vaso. Júlia segurava a toalha de um lado e Marco do outro. Era impossível não dar ao menos uma olhadinha. Ambos espiaram.
Mari até que era gostosa. Não era voluptuosa como Júlia, mas tinha um corpo bonito, seios de bom tamanho. Mesmo de relance foi possível ver uma boceta cabeluda, mas aparada dos lados. Ela devia gostar daquela forma.
Enquanto segurava a toalha, Júlia soltou uma parte de seu cobertor e ficou nua na metade direita do corpo. Um seio e uma coxa à mostra. Ela desceu sua mão entre as pernas. Dessa vez, porém, Marco não ficou imóvel e tirou seu pau para fora, duro... Júlia sorriu. Estava feliz com o jogo. Molhou um dedo na boceta e passou na cabeça do pau de Marco, com uma piscada.
Mari terminou e ambos se aprontaram rápido.
“Gente, tô pensando. Não tem lugar pra todo mundo dormir. Como vamos fazer?”, questionou Mari.
“Eu durmo no carro. Sem problema”, respondeu Marco.
“De jeito nenhum. A cama cabe nós três. Somos amigos, não tem nada a ver. Vai estar um frio do caralho lá dentro do carro”
O argumento do frio convenceu Mari, que detestava esse clima. Não dava para deixar alguém congelar por nada. Ela tinha ficado ligeiramente bêbada mesmo com tão poucas doses e não ia debater demais.
“Mas o Marco não vai ficar perto de mim. Tô pelada!”
“Tudo bem, eu estou usando cueca, fico bem no cantinho da cama, longe de você e da Júlia. Assim tá bom?”
“Tá”.
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