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Mostrando postagens de agosto, 2023

DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 5/10)

  Acho que preciso contar mais um episódio e você vai entender o porquê. Théo e eu já estávamos juntos há um tempo e fomos chamados para uma festa na casa de uma amiga, a Janaína. Os pais dela tinham uma certa grana e a casa era boa. Mas o que me chama a atenção mesmo era a vista. Do segundo andar se via uma mata, de um parque. E logo atrás desse parque havia uma igreja, dessas bem tradicionais, antigas. Eu achava a igreja bonita e a mata do parque dava um charme especial. Chegamos e fomos nos enturmando. Peguei uma bebida e Theo também. Conversamos com amigos durante um tempo e dançamos. Era uma boa festa. Tinha muita gente. A Janaína avisou a todos que os quartos iam ficar fechados. Queria evitar confusão com gente sujando o quarto dela ou dos pais dela. Justo. Com o álcool subindo, comecei a sentir um calor. Eu beijava Theo cada vez com mais tesão. Sentia o pau dele duro se apertando contra minha cintura. Era muito gostoso. Em determinado momento, precisei ir ao banheiro. Os de ...

DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 4/10)

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  Descobri em Theo um refúgio. Transávamos todos os dias. Das mais variadas formas. Ele parecia não se cansar de me chupar ou enfiar seu pau em mim. Eu, certamente, não me cansava dele. Depois de um tempo, ele passou a dormir lá em casa. Conversávamos e Lela gostava dele. Depois de uma noite com cerveja e falando bobagens os três, nós dois íamos para a cama e transávamos apaixonados. Não demorou até Theo propor que ele me amarrasse.  Ele pegou alguma coisa, acho que um cachecol ou faixa, e amarrou minhas mãos e pés. Aquilo me deu um tesão absurdo! Nem eu imaginava que tinha aquela tara, mas achei sensacional. Uns dias depois ele complementou a fantasia e me vendou e também adorei! Mas se passaram mais um mês ou dois para que ele abrisse uma nova porta para mim. Naquele dia Lela não estaria em casa. Ou assim nós pensamos. Bebemos um pouco e tiramos nossas roupas na sala mesmo. A sensação de que Lela, ou alguém, poderia entrar a qualquer momento me excitava.  Sentei Theo no...

DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 3/10)

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Conheci Théo num bar. Ele era um dos melhores amigos de um grande amigo meu, ambos estudavam engenharia florestal na universidade. Éramos todos contemporâneos e estávamos no meio dos respectivos cursos. O que me marcou primeiro em Théo foi seu sorriso fácil. Ele sorria com todo o rosto, não só com a boca. Aliás, ele sorria com o corpo inteiro e sorria sempre. E era algo verdadeiro. Não era como se forçasse. Não era artificial. Havia ali uma luz. Acho que me apaixono fácil por pessoas sorridentes. A segunda característica que me atraiu foi a calma. Theo era uma pessoa tranquila e era isso que eu achava que precisava. Como depois ele me explicou, parte dessa tranquilidade era natural. Ele sempre fora assim. O restante era porque ele seguia uma religião oriental. Não me lembro se era budismo. Acho que não. Mas a mim pareceu algo mais centrado do que as religiões que vejo por aí. Era algo que o fazia meditar e apreciar a natureza, ao invés de se preocupar com inferno e pecados a cada respi...

DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 2/10)

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Após ler o primeiro capítulo, você provavelmente formou uma imagem minha. Você viu o que te contei e completou o meu retrato com seus palpites e intuições. Talvez você pense que sou uma safada que teve vários parceiros e que viveu tudo muito rápido, que todas as experiências sexuais foram fáceis e simples pra mim. Nem de longe eu sou assim. No geral, me considero uma mulher normal, mediana. Não acho que sou mais safada que minhas conhecidas, nem que minhas experiências vieram cedo demais. Ao contrário: sou até namoradeira. Gosto de ter alguém comigo. Esse só não é o cenário atual. Nesse momento da minha vida eu tenho o Bruno, um ficante fixo, e mais nada. Mas nem sempre foi assim. No começo da faculdade, alguns meses depois daquela tarde na casa da Mari, eu conheci um cara, o Ravi, e me apaixonei loucamente por ele logo de cara. Ravi não era exatamente lindo, mas era bonito, alto, inteligente pra caramba, super educado e carinhoso. Como eu me sentia bem nos braços dele! Eu dormia aconc...