DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 5/10)

 Acho que preciso contar mais um episódio e você vai entender o porquê.


Théo e eu já estávamos juntos há um tempo e fomos chamados para uma festa na casa de uma amiga, a Janaína. Os pais dela tinham uma certa grana e a casa era boa. Mas o que me chama a atenção mesmo era a vista. Do segundo andar se via uma mata, de um parque. E logo atrás desse parque havia uma igreja, dessas bem tradicionais, antigas. Eu achava a igreja bonita e a mata do parque dava um charme especial.


Chegamos e fomos nos enturmando. Peguei uma bebida e Theo também. Conversamos com amigos durante um tempo e dançamos. Era uma boa festa. Tinha muita gente. A Janaína avisou a todos que os quartos iam ficar fechados. Queria evitar confusão com gente sujando o quarto dela ou dos pais dela. Justo.


Com o álcool subindo, comecei a sentir um calor. Eu beijava Theo cada vez com mais tesão. Sentia o pau dele duro se apertando contra minha cintura. Era muito gostoso.


Em determinado momento, precisei ir ao banheiro. Os de baixo estavam cheios, então procurei o de cima. Na volta, passei pelo quarto de Janaína e, para minha surpresa, a porta estava entreaberta. Dei uma olhada. Não tinha ninguém. Ela deve ter entrado pra pegar alguma coisa e se esquecido de fechar.


Olhei para a varanda dela. Dali dava pra ver a mata e a igreja…


Parei de pensar e desci rapidamente as escadas.


Puxei Theo pelas mãos e o apertei contra a parede, beijando com tesão. Como sempre, o pau dele ficou duro rapidinho.


_ Vem - eu disse sem dar margem para questionamento.


Ele me seguiu. Subimos as escadas.


_ Carol! A Janaína disse pra gente não subir!


Olhei ele nos olhos. Eu estava possuída de tesão e falei algo que eu sabia que o desarmaria por completo. Com os lábios bem próximos do ouvido dele eu disse bem baixinho, sussurrando:


_ Quero que você me faça gozar olhando aquela igreja…


Ele se tornou incapaz de resistir. 


Entramos no quarto e fechamos a porta. Nos agarramos e nos beijamos. Nossas mãos vasculhavam o corpo um do outro. Eu arfava de tesão. Um calor subia dos meus quadris e eu rebolava sem parar. Tomada pelo desejo, tirei minha calcinha e joguei num canto. Theo já enfiou os dedos em mim e começou a me masturbar. Gemi.


_ Vem!


Puxei ele para a pequena varanda, separada do quarto por uma persiana vertical entreaberta.


Com o corpo tomado pelo tesão tirei também o vestido. Fiquei nua na varanda. Alguém poderia ver? Poderia. A qualquer momento alguém poderia, por qualquer motivo, talvez até transar, ir para os fundos da casa e me ver com os seios de fora recebendo estocadas. Foda-se. Isso só fazia minha umidade descer ainda mais entre minhas pernas. A festa estava ali do lado. 


Abri a calça de Theo e vi aquele pau delicioso. Meu coração estava aceleradíssimo. Com um sorriso sacana no rosto, me apoiei no peitoril da varanda e arrebitei minha bunda para ele. Em seguida, já me virei e passei a olhar fixamente para a igrejinha de paredes brancas.


Theo colocou uma das mãos na minha cintura e com a outra pincelou seu pau na minha buceta por algumas vezes. Gemi arrepiada, sem tirar os olhos da igrejinha. Um segundo depois senti a cabeça dele me penetrando e a outra mão também segurando na minha cintura.


Eu tentava não gemer alto, mas era difícil. Estava muito bom… Eu estava totalmente nua, exposta, naquela varanda, olhando para a igreja enquanto era comida daquela forma.


Desci a mão até meu clitóris e comecei a me masturbar. O tesão vinha em ondas. Incontrolável.


_ Safada! - Theo murmurava no meu ouvido enquanto me comia.


Estava muito safada, mesmo! Queria aquele sexo profano!


Senti que ia gozar. As penas já estavam bambeando.


O sino da igreja começou a badalar. Era perfeito.


Olhei para Theo e o fiz parar de me penetrar. Olhei no fundo dos olhos dele, segurei o pau dele e apontei aquele membro duríssimo para o meu cuzinho.


Eu pude ver a cara de surpresa dele! Não acreditava. Guiei o pau dele até minha entrada. O pau dele estava quente, latejante e melado em minha mão.


Se contendo para não socar de uma vez o pau no meu cuzinho, Theo foi empurrando seu membro para dentro de mim. Gemi alto, sem me preocupar com nada mais. A música provavelmente esconderia, de qualquer forma. 


No canto, lá embaixo, um casal se beijava. Se se virassem para cima me veriam. “Se virarem um pouquinho pra cima iriam me ver aqui, com os peitos pra fora, as pernas abertas, com uma rola no rabo”. Esse pensamento me dava tesão. De certa forma, eu queria que eles me vissem. Rebolei. O pau latejava dentro de mim.


Até que… um barulho me fez gelar. A porta do quarto se abriu.


Theo e eu ficamos imóveis.


Entrou um casal. Um rapaz da computação, que parecia ser gente boa, e uma menina, Clara, acho, com quem ele estava ficando. Ele era muito bonito, um negro atlético e estiloso. Ela era bonita também, mas normal.


Pensei no meu vestido. Estava jogado ao lado da cama. Quase entrei em pânico.


Mas o casal começou a se beijar e sequer acendeu a luz. De onde a gente estava, dava para ver os dois bem, mas acho que para que nos vissem teriam que prestar alguma atenção.


Eles pareciam estar tão fogosos quanto a gente quando entramos no quarto. Logo Jordan abaixou a blusa de Clara e começou a chupar seus seios grandes. Ela esfregava os peitos na cara dele e ele lambia como se ali houvesse mel.


Sem tirar os seios da boca dele, Clara levantou sua saia e abaixou a calcinha até o calcanhar. Ela se afastou de Bruno e deu uma voltinha safada, expondo seus seios, a bunda e buceta para ele. Em seguida, Clara abriu a calça de Bruno e tirou o membro dele para fora.


E que pau ele tinha! Era grande e grosso. Ela olhou com admiração e se postou de quatro em cima da cama para chupá-lo. 


Como ela estava, sua buceta e seu cuzinho ficaram virados para a varanda, onde estávamos.


Foi aí que notei que não só eu estava prestando toda a atenção e ficando excitada com aquilo. Senti o pau de Theo latejar dentro do meu cuzinho enquanto ele via Clara de quatro chupando Bruno.


Minha boca enchia de água de só de pensar naquele pau e acho que Theo estava desejando Clara, pois o membro dele não parava de latejar dentro de mim.


Comecei a rebolar lentamente. O pau de Theo vasculhava todo meu cuzinho enquanto víamos aquele Clara mamando deliciosamente Bruno. Ela parecia ter dificuldade em colocar todo aquele pau na boca, mas se esforçava. Ela também rebolava, sabendo que dali a pouco aquela vara enorme estaria nela.


Eu assistia aquela cena, me lembrava também de quando Mari tinha dado para dois, e meu tesão explodia. Sentia meu cuzinho se apertando, minha buceta latejando, o pau de Theo entrando e saindo de mim cada vez mais rápido, mais forte. Sabia também que ele estava com tesão vendo aquela safada ali do lado, de quatro…


Gozamos praticamente juntos. 


Uma torrente de porra inundou meu cuzinho ao mesmo tempo que um terremoto de tesão percorreu todo o meu corpo. Tive que me apoiar no peitoril para não cair. Pernas bambas.


Nesse instante, alguém mexeu na porta do quarto. Clara e Bruno se recompuseram num instante. 


Janaína entrou:


_ Pô, Clara, falei que aqui não! - ela riu.


_ Era só um beijinho, Jana!


_ Tá! Já era! E cadê a Carol? Achei que ela estivesse aqui?


_Não…


Bruno e Clara saíram do quarto e Janaína foi atrás, mas não sem antes dar uma olhada para a cama dela. Nesse momento, desconfio que ela viu meu vestido no chão… E talvez ela tenha me visto nua, ainda com um pau de Theo fundo no meu cuzinho…


Aquela experiência foi fantástica.


Alguns dias depois, mais uma vez bebendo, saiu o assunto de um trio e eu e Theo concordamos em experimentar.


Ele poderia achar uma menina e eu poderia procurar um cara. Ambos estaríamos de boa para experimentar as duas opções.


Certamente, ele achava que convenceria alguma amiga. Eu, sinceramente, só pensava no pau do Bruno.


Mas, nosso relacionamento não durou o suficiente. O sexo era fantástico, mas ainda faltava alguma coisa. 


Terminamos e continuamos amigos.


E o Bruno eu nunca mais vi.


Aliás, nunca mais até me formar e me mudar para o prédio no qual ele morava…


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