Provocações Sussurradas (Cena 4)
CENA 4. CONTAGEM
Chegaram. Pararam o carro e desceram por uma trilha de uns 50 metros que atravessava um bosque de árvores altas e espaçosas, com o chão coberto de folhas secas. A hidrelétrica era uma pequena construção ao lado de uma barragem em um riacho. Em uma das margens havia uma casa de máquinas, um cômodo sem janelas no qual caberia uma pessoa, com uma porta fechada. Naparede lateral estavam instalados alguns mostradores. Havia um aroma agradável no ar e o barulho da água trazia tranquilidade.
Júlia abriu a porta e logo deu de cara com o mecanismo rudimentar de produção de energia elétrica. Ela pediu a Mari que ficasse do lado de fora, falando a cada quarenta e cinco segundos o valor que um determinado ponteiro indicava. Júlia se ajoelhou para ter uma posição melhor de visão das engrenagens. Marco deu uma olhadela para aquela bunda espetacular, mas decidiu sair de perto, pois nada poderia ser feito ali, e ficou andando nas proximidades, vendo o riacho.
Depois de um tempo, Júlia gritou Marco. “Vem cá preciso que segure a lanterna pra mim”.
Nesse meio tempo Mari gritou a marcação do mostrador “12”.
Marco pegou a lanterna e foi caminhando para a portinha, passando por trás de Mari e subitamente aparecendo atrás de Júlia. O coração do rapaz quase parou.
Júlia estava de quatro, calça arriada até os joelhos, calcinha de renda no meio das coxas, boceta à mostra e uma bunda arrebitada, com um cuzinho lindo à vista. “Ilumina pra mim”, ela disse. E olhando com uma cara safada para ele, passou a língua nos lábios e desceu a mão até a bocetinha. “Ilumina”, repetiu apontando para a boceta. Marco entendeu e começou a passar a mão na bunda de Júlia, depois deslizou seu dedo pelo cuzinho dela, sentindo aquela entradinha piscando. “Que tesão!”.
“14”, gritou Mari.
Marco desceu mais os dedos e sentiu aquela boceta encharcada, quase pingando. Júlia gemia baixinho, com os sons sendo escondidos pelo ruído da cascata ao lado. Mordia os lábios enquanto Marco sentia o calor e a umidade de sua boceta. Ela aproveitava seus seios, apertando um depois o outro. Marco chegou ao clitóris e começou a massageá-lo. Júlia precisava se conter.
“12”.
Mais masturbação. Júlia rebolava. Rebolava. A bunda fazia círculos amplos, perfeitos, ritmados. Marco estava hipnotizado. Olhava fixamente para aquele cuzinho delicado e para aquela boceta linda, depiladinha, perfeita... Não aguentou e tirou o pau para fora. Comeria Júlia ali mesmo, daquele jeito.
“13”
Júlia viu aquele pau grosso saindo da calça, duro feito pedra, latejando, vermelho, com veias ressaltadas e pulsantes. Ela se aproximou dele de quatro e olhou para cima. Colocou sua língua na base do pau e foi subindo vagarosamente, lentamente, sentindo cada centímetro daquele membro duro e quente.
“12”
Chegando na cabeça Júlia abocanhou o pau, mas não todo. Só pôs a cabeça na boca e começou a sentir seu gosto e seu formato com sua língua, sempre sem pressa. Sorvendo o pau que pulsava. Marco apertava a cabeça dela com suas mãos e continha um grito.
“14”
“Júlia, vou ter que ir ao carro. Tá frio, vou pegar um gorro”.
Júlia tirou o pau de Marco da boca e rapidamente subiu sua calcinha e sua calça. Marco guardou o pau duro e fingiu estar segurando a lanterna apontando para qualquer parte do motor.
Mari passou por eles, deu uma olhada em ambos. Aparentemente, não desconfiou de nada. Perguntou como estava o motor e foi para o carro. Júlia olhou safadamente para Marco e deu um sorrisinho. “Hoje a noite a gente termina na minha cama...”
Logo Mari retornou e continuou a narrar os números do mostrador. Júlia dessa vez focou no trabalho. A chuva estava apertando e ela queria terminar rápido para poder ir aplacar seu tesão com Marco num lugar aconchegante quente e seco.
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