DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 3/10)
Conheci Théo num bar. Ele era um dos melhores amigos de um grande amigo meu, ambos estudavam engenharia florestal na universidade. Éramos todos contemporâneos e estávamos no meio dos respectivos cursos.
O que me marcou primeiro em Théo foi seu sorriso fácil. Ele sorria com todo o rosto, não só com a boca. Aliás, ele sorria com o corpo inteiro e sorria sempre. E era algo verdadeiro. Não era como se forçasse. Não era artificial. Havia ali uma luz. Acho que me apaixono fácil por pessoas sorridentes.
A segunda característica que me atraiu foi a calma. Theo era uma pessoa tranquila e era isso que eu achava que precisava.
Como depois ele me explicou, parte dessa tranquilidade era natural. Ele sempre fora assim. O restante era porque ele seguia uma religião oriental. Não me lembro se era budismo. Acho que não. Mas a mim pareceu algo mais centrado do que as religiões que vejo por aí. Era algo que o fazia meditar e apreciar a natureza, ao invés de se preocupar com inferno e pecados a cada respiração.
Por fim, ele era inteligente e gostávamos das mesmas coisas. Ficávamos horas falando de filmes, séries e música. É raro encontrar alguém que goste de rock clássico hoje em dia e Théo amava tanto quanto eu Led Zeppelin, Jethro Tull, Yes, Deep Purple e Dream Theater.
Naquele momento, minha vida estava muito conturbada, muito acelerada, por causa do término com Ravi. Uma profusão de sentimentos tomava conta de mim. Às vezes, do nada, eu tinha vontade de chorar. Só chorar.
Só que sob aquela superfície serena se escondia um vulcão… E seria essa a característica que me faria ficar enlouquecida por ele.
Não fiquei com Théo no primeiro dia que o conheci. Ainda foram necessários alguns encontros para que nos beijássemos.
Foi no bar no qual sempre íamos que nos beijamos pela primeira vez. Acho que todo mundo ali já sabia que ia rolar, mas ainda assim esperamos que os colegas nos deixassem a sós para dar o primeiro passo.
Nos olhamos fixamente e ele me puxou contra seu corpo, grudando sua boca na minha.
Eu quero lembrar a você que eu tinha ficado muito tempo com Ravi. Ele era minha referência. Além do mais, Theo era calmo e certinho, não era um cara no qual se pensaria como uma potência sexual ou algo assim. Então quero que você entenda minha surpresa quando junto com aquele beijo molhado e ardente, eu senti um volume duro contra minha cintura. Como assim, a gente estava só começando a se beijar e ele já estava daquele jeito? Há segundos estávamos conversando amenidades e agora ele estava de pau duro? Ou só de conversar com comigo ele já ficara excitado? Não, não é possível. Como assim?
Nós passamos a noite toda nos beijando nos cantos do bar lotado. Mesmo ali ele tentava ir além. Enquanto me beijava ele desceu a mão por cima da minha calça. Deixei. Somos adultos, nada demais. E estava uma delícia. Mas depois ele já quis enfiar a mão por dentro da calça. Os dedos deslizaram por cima das minhas nádegas, depois se aprofundaram no meio delas. Aí, querendo, mas achando que não devia, mandei ele parar.
Mas não podia impedi-lo de esfregar o pau duro em mim. Ele me beijava e forçava o membro em mim e eu estava louca.
Naquela noite, cada um foi para sua casa. Confesso que já queria tê-lo convidado para a minha casa, mas, por prudência e puritanismo, acabei não o fazendo.
Cheguei em casa sem conseguir esconder o sorriso. Escovei os dentes e me deitei na cama. Ao tirar a calça percebi o quanto estava encharcada. Que tesão! Meu coração estava acelerado.
Deitei-me de costas, abri levemente as pernas e coloquei meu dedo médio em meu clitóris. Deixei ele ali, fazendo movimentos quase imperceptíveis, lembrando da noite. Dormi assim.
Encontrei-me com Theo dois ou três dias depois, numa festa da universidade. Fiz um charme, mas ficamos do meio pro final da festa. Não fiquei surpresa, mas fiquei feliz quando senti novamente aquele pau duro sendo comprimido contra minha cintura enquanto a língua dele procurava a minha. Dessa vez ele já beijou meu pescoço e minha orelha, suavemente, discretamente.
Mesmo ali no meio da festa eu gemia e arfava de tesão baixinho. Sentia minha intimidade umedecer. Mais uma vez ele colocou a mão na minha bunda. Adorei… Ele se apertava contra mim e eu sentia o volume duro em sua cintura. Não demorou e ele mais uma vez tentou colocar a mão por dentro da minha calça. Olhei para os lados. Ninguém parecia se importar conosco. Fingi que não estava sentindo e deixei.
Ele gostou e acariciou minhas nádegas com tesão. Sua mão vasculhou cada centímetro da minha bunda. Depois, ele se colocou um pouco de lado e, sem tirá-las de dentro da minha calça, colocou as mãos na minha parte da frente. Aí já era demais!
“Não!” - gemi tirando a mão dele.
Ele sorriu safado e continuamos a nos beijar por mais um tempo, até que decidimos voltar para nossos amigos.
Ao final da festa, ele disse que me levaria em casa. Chegando na porta do meu prédio, pouco antes do sol raiar, nos beijamos mais uma vez. Era só a segunda vez que eu ficava com ele, mas não estava me aguentando mais. Enquanto o beijava, desci minha mão para a calça dele e senti o pau duro. Era sempre uma satisfação pra mim aquilo!
Dessa vez, fui eu quem enfiou a mão por dentro da calça. Que delícia foi sentir aquele pau grosso e quente na minha mão. Eu apertava e ele gemia e o pau pulsava.
Por fim, perguntei:
_ Quer entrar?
Ele mal respondeu e já saímos do carro. Entramos em silêncio, pois avisei que Lela estava em casa, dormindo.
Pé ante pé fomos até meu quarto. Fechei a porta com cuidado para não fazer barulho. Assim que girei a chave ele me jogou na cama e nos beijamos ardentemente. Minhas pernas o envolveram com força e minhas mãos agarram sua bunda.
Logo, ele enfiou a mão por baixo da minha blusa e acariciou meus seios. Ele me beijava, lambia meu pescoço, minha orelha, esfregava o pau por cima da calça em mim e tocava meus peitos. Ele era safado. Estava claro.
Ele se levantou, tirou a roupa e pude ver um pau muito duro, apontando para cima, vermelho e com veias grossas saltando. Meu tesão explodiu. Ele tirou minha roupa e eu quis montar nele, tirar todo o atraso que tinha, mas ele não deixou. Não entendi. Por um instante, fiquei com medo de rejeição novamente.
“Como assim não posso montar?” - pensei comigo mesma.
_ Calma… - ele disse abrindo minhas pernas com carinho - primeiro quero sentir seu gosto…
Meu medo de rejeição se dissipou. Ele não só me queria, como me queria por inteiro e com calma. Queria cada detalhe do meu corpo. Relaxei satisfeita.
Com cara de safado, ele segurou minhas pernas com as mãos, me impedindo de fechá-las, e passou a mordiscar o interior das minhas coxas. Eu não aguentava de tesão. Queria aquela língua na minha buceta naquela hora. Eu tentava forçar a cabeça dele, tentava fechar minhas pernas, mas ele não deixava.
Theo foi sem pressa mordiscando e lambendo o interior das minhas coxas até chegar na minha gruta, que naquele momento já estava tão úmida que fazia uma marca na cama. Ver o tesão daquele homem em me chupar estava me deixando fora de mim. Quando a língua dele entrou em mim, eu gemi e rebolei, mas ele me segurou. Ele queria ter o controle. Ele tirou a boca da minha buceta e mandou:
_ Fica quieta… Não se mexe…
E voltou a me chupar e chupar. Theo lambia meu clitóris como se fosse mel e eu me contorcia. A partir de certo momento, o orgasmo se tornou inevitável. Eu rebolava loucamente tentando forçar aquela língua contra meu clitóris, tentando arreganhar ainda mais minha boceta como a dizer “me chupa, mete essa língua em mim”. Esfregava meu sexo no rosto dele como a querer deixá-lo todo com meu cheiro e gosto. Eu queria gritar, mas não podia. Só sussurrava “não pára, não pára” enquanto tremores percorriam meu corpo. Estava arrepiada. Uma lágrima escorreu do meu olho. Até que não aguentei mais.
Gozei.
Gozei intensamente. Perdi o controle do meu corpo enquanto esfregava freneticamente minha boceta na cara dele. Mais uma vez, quis gritar. Quis que o mundo ouvisse meu orgasmo. Quis que o mundo tivesse certeza de que eu era querida, desejada.
Gozei. Senti meu corpo em espasmos e me recostei na cama.
Mas, para minha surpresa, ele não parou de chupar.
Ao contrário, parece que meu orgasmo acendeu ainda mais o fogo de Theo. Era como se tivesse jogado gasolina na fogueira. Ele retornou a língua para dentro da minha boceta e lá me vasculhou por inteiro. Depois voltou a ponta da língua para meu clitóris e enfiou o dedo médio em mim.
Eu estava sem conseguir me conter. Gemia e gemia, e rebolava e ele me segurava. E agora tinha um dedo na minha buceta, entrando e saindo, enquanto a língua continuava lá, a me torturar no clitóris.
_ Vem, vem… Vem… - eu implorava.
Com as pernas bambas, eu suplicava para que ele finalmente me comesse. Para que enfiasse aquele pau em mim, mas ele só dizia:
_ Não…
Sem que eu percebesse, Theo tirou o dedo da minha boceta e começou a pincelar no meu cuzinho. Normalmente, eu mandaria parar na hora. Não era para brincar ali. Não sou puta para dar o cu. Mas estava em êxtase e não tinha mais vontade própria. Eu não era mais eu. Eu era só luxúria, só tesão.
Com a língua em meu clitóris gozado, Theo foi enfiando o dedo médio em meu cu. Sem pudor, sem pensar, sem noção, por puro instinto, rebolei.
Ele me fodia o cuzinho com o dedo e me chupava. A outra mão ele subiu até meu seio esquerdo e o acariciou.
Novamente, minha boceta passou a pulsar acelerada. Meu coração disparou. Minhas pernas tremeram. Eu o puxava pelos cabelos suplicando que não parasse de me chupar. Apertava minhas pernas contra ele afoita, como que tentando que sua língua entrasse ainda mais em mim. Quando me dei conta de que o dedo médio dele estava todo enfiado dentro do meu cu, não teve jeito…
Gozei… Gozei de novo…
_ Tô gozando.. tô gozando… não tira a boca… me chupa… tô gozando…
Espasmos de tesão subiram da minha boceta para todo o meu corpo. Gemi alto. Não tinha mais controle das pernas.
Achei que tinha acabado, abri os olhos e me virei para ele para agradecer e pedir para me deitar no peito dele e curtir um carinho. Só então percebi que Theo ainda não estava satisfeito. Ele estava colocando a camisinha.
Com um movimento rápido, Theo me virou na cama e me colocou de costas, de pernas abertas. Sem cerimônia, ele pincelou a cabeça do pau na minha boceta e já enfiou de uma vez.
Embora grosso, o pau entrou fácil na minha boceta totalmente relaxada. Eu não tinha forças. Só gemia. O pau latejava dentro de mim enquanto ele metia forte e segurava os gritos. Nem rebolar conseguia direito.
Ele me pegou pela cintura e me colocou de quatro.
“Que safado! E que safada eu estou! Até quando ele vai meter em mim??? Até quando esse pau vai ficar duro???”
Theo me segurou pela cintura e meteu forte. Várias vezes. Toda a minha força era unicamente para manter as pernas mais ou menos firmes. Minha boceta foi invadida por aquela pica grossa dezenas de vezes. Ondas de tesão percorriam meu corpo todo a cada estocada. Meus seios pulavam
Por fim, ele anunciou que ia gozar.
O pau latejou mais forte dentro de mim. E mais. Depois ele desabou ao meu lado. Reparei que ele tirou a camisinha e havia uma quantidade enorme de porra dentro dela.
“Tudo isso poderia estar dentro de mim agora…”
Para evitar perguntas de Lela, achamos melhor Theo não dormir lá em casa. Nos beijamos e ele foi embora.
Fiquei na cama mais um pouco. Passei os dedos na boceta e relembrei tudo que havia acabado de viver.
Lembrei de cada beijo, de cada chupada, de cada estocada daquele pau em mim.
E fiquei com vergonha ao me recordar de como rebolei com um dedo em meu cu.
“Como deixei ele fazer isso? Na primeira transa? Ele vai pensar que sou puta. Não vou deixar mais”.
Mas estava cansada demais, gozada demais, para pensar direito.
Dormi, relaxada como há muito tempo não ficava. Com um sorriso bobo no rosto.
E sem saber que aquele dedo em meu cuzinho era só o começo.

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