DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 4/10)
Descobri em Theo um refúgio. Transávamos todos os dias. Das mais variadas formas. Ele parecia não se cansar de me chupar ou enfiar seu pau em mim. Eu, certamente, não me cansava dele.
Depois de um tempo, ele passou a dormir lá em casa. Conversávamos e Lela gostava dele. Depois de uma noite com cerveja e falando bobagens os três, nós dois íamos para a cama e transávamos apaixonados.
Não demorou até Theo propor que ele me amarrasse.
Ele pegou alguma coisa, acho que um cachecol ou faixa, e amarrou minhas mãos e pés. Aquilo me deu um tesão absurdo! Nem eu imaginava que tinha aquela tara, mas achei sensacional. Uns dias depois ele complementou a fantasia e me vendou e também adorei!
Mas se passaram mais um mês ou dois para que ele abrisse uma nova porta para mim.
Naquele dia Lela não estaria em casa. Ou assim nós pensamos.
Bebemos um pouco e tiramos nossas roupas na sala mesmo. A sensação de que Lela, ou alguém, poderia entrar a qualquer momento me excitava.
Sentei Theo no sofá e abri suas pernas. Adorava estar ali, nua, no meio da sala, com meu namorado também nu, sabendo que Lela poderia chegar. Olhei para aquele pau grosso e comecei a chupá-lo. Theo e eu valorizávamos as preliminares. Nos demorávamos em sexo oral ou em toques antes da penetração.
O pau latejava na minha boca e ele arfava de tesão enquanto eu o masturbava e chupava. Só de ver aquela cara de prazer eu ficava louca. Pra melhorar, eu tentava empinar minha bunda, bem safada.
Eu queria transar ali, na sala. Talvez na cozinha. E deixar a porta destrancada. Estava safada.
Mas Theo tinha outros planos. Ainda melhores.
Quando me levantei e fiz menção de sentar no pau dele, ele me pagou pela mão e me levou pro quarto.
_ Não! Vamos transar na sala! Na cozinha! - pedi.
_ Depois… Hoje preciso de você no quarto.
Theo abriu meu guarda-roupas e pegou uma série de echarpes e cachecóis e caminhou até o meu lado na cama. Com carinho, mas com decisão, ele amarrou meus pulsos na cabeceira da cama. Depois arreganhou minhas pernas e as amarrou aos pés da cama. Por último, ele me vendou. Depois não fez mais nada por alguns instantes. Apenas me deixou lá com a boceta arreganhada e os seios expostos.
Aqueles momentos criaram em mim certa apreensão. O que viria? Num quarto à meia luz e vendada eu não conseguia pensar no que ele estava querendo. Só com o tempo você percebe que a idéia da venda é aguçar os outros sentidos: tato, audição, olfato e paladar.
Então senti o pau dele deslizando sobre meus lábios. Pude sentir um pouco do gosto de porra. Do calor da cabeça. Levei minha cabeça pra frente para enfiar todo o pau na boca mas ele não deixou. Apenas moveu o pau pelos meus lábios devagar. Depois o esfregou no meu rosto. Em seguida, o calor daquela pica passou pelos bicos dos meus seios e voltou para a minha boca. Arfante, beijei o pau. Queria que ele metesse em mim. Já rebolava. Mas ele não tinha pressa.
Notei que ele se colocou entre minhas pernas. Ele pincelou a cabeça do pau em minha boceta. Achei que ele ia meter sem camisinha mesmo e, francamente, com todo aquele tesão, eu não teria forças pra impedir. Mas, não. Ele voltou até minha boca. Senti o gosto da minha própria boceta na boca dele.
Depois Theo passou a lamber minhas coxas suavemente. Eu tentava fechar minhas pernas, prender sua cabeça, mas, toda amarrada, não conseguia. Ele mordiscou o interior das minhas coxas até chegar à minha boceta.
Eu tentava pular, tentar rebolar e gemia alto, sabendo que estava sozinha em casa. Não precisava me segurar.
Após o que pareceu uma eternidade, a língua de Theo chegou até meu clitóris. Ele estava já durinho, encharcado da minha umidade. Theo se acabou nele. Eu tentava me contorcer, tentava me mexer, mas ele havia me amarrado firme. Theo me chupava, me sugava, enfiava sua língua toda em mim e eu só conseguia gemer e gritar e rebolar.
A cama mexia e batia na parede e no chão com meus espasmos e minhas tentativas vãs de me libertar. Eu queria me soltar para que pudesse empurrá-lo na cama e sentar naquele pau de uma vez. Queria ele todo dentro de mim, entrando e saindo, entrando e saindo. Mas ele me negava isso. Eu me levava ao extremo do tesão.
Theo mais uma vez enfiou o dedo médio da mão esquerda em meu cuzinho. Não fui capaz de protestar. Estava entregue, rendida. Sem resistência, o dedo entrava e saia do meu cuzinho, lubrificado pela umidade da minha boceta. Eu sentia os nós do dedo passando pela minha entradinha apertada na ida e na volta, como a me massagear.
_ Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar na sua boca! Vou gozar na sua cara!
E o orgasmo veio. Intenso. Minha boceta se contraiu várias vezes e ondas de tesão me arrepiaram.
Mais uma vez, ele não estava satisfeito. Colocou o pau na minha boca e falou:
_ Chupa.
Com os olhos vendados eu só pude sentir o calor daquele pau na minha boca. Chupei com tesão, ainda sentindo o gozo vindo.
Ele tirou o pau e ouvi uma camisinha sendo aberta.
Em seguida, ele se deitou sobre mim e me penetrou de uma vez.
Que delícia foi aquilo! Minha boceta gozada sendo ferozmente penetrada por aquele pau grosso.
Theo metia em mim e lambia meus seios. Eu gemia alto, tentando inutilmente mexer minhas pernas amarradas. Estava à mercê dele. Ele poderia fazer o que quisesse comigo.
Eu ouvia a respiração de Theo forte. Seu pau pulsava dentro de mim. Ele me lambia o pescoço, os seios e as orelhas. Nossos corpos suados pareciam que se tornariam um só. Eu tinha certeza de que logo ele gozaria dentro da minha boceta.
Mas estava errada.
Theo subitamente parou e falou:
_ Quieta… Não tira a venda…
Ele me desamarrou rapidamente, só para, em seguida, me amarrar novamente, mas, dessa vez, de costas.
Ele me montou feito um cachorro faz com uma cadela. Encaixou seu quadril no meu e aproveitando-se da facilidade da minha boceta arreganhada e melada, meteu de uma vez.
Eu adoro essa posição. Adoro ser comida de costas. Aquilo estava muito bom.
Após meter daquela forma por mais alguns minutos, Theo tirou o pau.
“O que ele vai fazer? Me mandar chupar de novo?”
Mas ele simplesmente passou a pincelar a cabeça do pau no meu cuzinho.
“O que???”
Ele não me deu muito tempo para pensar. E, aliás, acho que eu dei a resposta inconscientemente, afinal, conforme ele empurrou aquela pica pra dentro do meu cu, eu relaxei, rebolei e aceitei tudo.
Nunca havia imaginado que seria tão bom!
Meu cuzinho estava todo preenchido pelo pau de Theo. Carinhosamente, ele se deitou sobre mim, como que para ter certeza de que tudo estava bem. Respondi sem palavras, apenas gemendo e rebolando vagarosamente
Aquilo pareceu colocar ainda mais tesão em Theo. Primeiro ele fez os movimentos de vai e vem bem devagar, com calma. Mas, para minha surpresa e dele, estava tudo tranquilo comigo. Eu queria mais!
Então ele se sentiu à vontade para meter mais forte, mais rápido.
A sensação de ter um pau me preenchendo por trás era indescritível. Em parte, era porque me sentia safada, em parte era porque realmente aquilo me dava um tesão absurdo.
Que diferença! Há pouco tempo eu era rejeitada pelo meu namorado. Agora tinha achado um cara que queria transar comigo de tudo quanto é jeito, todos os dias! Um cara que estava com o pau totalmente enfiado dentro da minha bunda naquele exato instante.
Theo me levantou um pouco e colocou a mão direita em meu clitóris. Que tesão!
Ele metia - sem força total - no meu cuzinho enquanto me masturbava! Eu rebolava safada, com um tesão fora de controle.
O pau de Theo pulsava quente dentro do meu cuzinho. O tesão dele me incendiava e o meu tesão o tirava do controle.
Subitamente, ouvi ele gemer:
_ Vou gozar! Vou gozar!
Então senti nitidamente o pau dele latejando forte atrás de mim e pude perceber que uma cachoeira de porra estava sendo jorrada.
Ele me desamarrou e nos deitamos curtindo o tesão.
Depois, fomos tomar banho juntos.
No banho eu ainda fiz mais um boquete rápido pra ele e depois ele me beijou, enquanto com uma mão ele acariciava minha boceta e com a outra tocava meu cuzinho.
A partir daquele dia ficou claro pra mim que eu tinha um tesão enorme em sexo anal.
“Sexo anal”. Só essa expressão já traz em si tanto preconceito, tanto julgamento. Mas, entre Theo e eu, nunca teve nada disso. Nós entendíamos que era algo que dava um tesão absurdo para nós dois. Ele adorava meter no meu cuzinho. Eu adorava dar pra ele. Ele sempre foi carinhoso comigo. Nunca houve qualquer tipo de julgamento por parte dele. Ele nunca me achou pior por gostar de dar por trás pra ele. Ao contrário: a gente via aquilo como uma forma de sexo que nos aproximava muito.
Vocês não têm noção do tesão que eu sentia em ir pra aula ou sair na rua com porra escorrendo do meu cuzinho. E ninguém imaginaria que aquele casalzinho apaixonado, os dois com caras de certinhos, de nerds, tinha acabado de fazer um sexo anal furioso logo antes de passear.
Mas, não sei se preciso contar mais alguma coisa sobre o período que estive com Theo e sobre como eu fui feliz com ele fazendo anal por diversas e diversas vezes.
E aí, eu pulo já para o meu aniversário? Ou conto mais uma aventura com Théo? Me diga você.

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