DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap 7/10)

Bruno e eu construímos uma relação interessante: éramos cúmplices, amigos, amantes, mas não estávamos apaixonados um pelo outro. Foram necessárias algumas conversas para chegar nesse ponto de entendimento, mas fomos sinceros um com o outro desde o início. Ele ainda era louco com a Clara - nunca entendi exatamente o porquê, mas era. E eu gostava dele, mas era como um amigo. Um amigo gostoso, mas um amigo.


Por vezes nós não transávamos. Eu passava na casa dele, conversávamos por longas horas e depois eu ia dormir sozinha no meu apartamento. Não havia uma obrigação de transar ou algo assim. Quando queríamos, transávamos, quando não, era só conversa. Mas, claro, havia a facilidade de morarmos no mesmo prédio… Não precisávamos de mais do que algumas mensagens e alguns minutos para estarmos na casa um do outro.


Mas, antes de falar mais de nossa vida sexual, eu preciso explicar um pouco sobre o Bruno. Preciso que vocês entendam quem ele é.


Para quem não conhece, o Bruno parece um atleta. Alto, com um corpo firme. Não é exatamente musculoso ou definido, mas atlético, exuberante. O rosto é bem formado, com um queixo mais quadrado e olhos vivos, espertos. Quem conhece ele, no entanto, sabe que ele até faz esporte, gosta de correr e nadar, mas que, no fundo, é um nerd. Ele passa horas e horas lendo ficção científica. É fã de Asimov, Huxley, Le Guin e Herbert, por exemplo. É um cara inteligente e atencioso. E, acredite, emotivo. Ele não tem problema em expor emoções.


Eu sabia que ele era um cara diferenciado. Sempre me escutava com atenção e considerava realmente minhas opiniões em todos os assuntos. De vez em quando, discutíamos matemática. Ele tinha bom conhecimento, pois era cientista da computação. 


Só que esse relato não é sobre livros, filmes ou nerdices. É especialmente sobre sexo. E nesse assunto aconteceu algo bastante inesperado com o Bruno e eu. Algo que ampliou meus horizontes. Algo que me fez ver que eu ainda tinha alguns tabus a romper se quisesse viver minha sexualidade de modo pleno.


Na maioria das vezes, eu ia para a casa do Bruno. Lá era maior e mais confortável que o meu apartamento. Porém, uma determinada noite, ele foi para o meu apartamento. Nós bebemos algumas taças de vinho e fomos transar.


Eu ainda tinha um tesão em fazer anal que não passava. Mas o pau do Bruno era muito grande, não tinha jeito de dar o cu pra ele. Nessa noite, porém, eu resolvi tentar. Assim, logo me pus de quatro na cama. Ele metia e eu gemia. Pedia para enfiar com mais força e ele socava o pau na minha buceta. Estava muito bom.


Então, levantei e, pela primeira vez, trouxe a minha caixa de brinquedos para a cama. Ele não conhecia esse meu lado ainda. Naquela hora não me dei conta que isso era uma novidade, nem me preocupei em esconder dele os brinquedos.


_ Continua metendo, vai… - falei com voz manhosa.


E ele voltou a enfiar aquela pica grossa na minha buceta com força, segurando nos meus quadris. Aproveitei mais um pouco as estocadas. Aquela vara parecia chegar no meu útero a cada enfiada. Mas eu queria aquilo no meu cuzinho. Sem deixar ele tirar, peguei o gel lubrificante e passei no meu buraquinho.


_ Vem… 


Eu estava pronta, estava querendo, estava excitada, gosto absurdamente de anal, era a hora.


Bruno ficou em dúvida por um segundo, mas não teve como negar um pedido meu de quatro, com o cuzinho apontando para ele. A cabeça do pau apontou para a entrada do meu buraquinho e ele foi pressionando. Parecia que ele ia me partir ao meio. Meu cu ia sendo arrombado. Eu tentava relaxar, mas era difícil.


_ Tira.


Ele tirou.


Depois tentamos novamente, mas não deu. O pau dele era grosso demais para o meu cuzinho…


Mas ele não desistiu de me agradar. Rapidamente, ele pegou um consolo na minha caixinha e passou gel. Gostei da idéia. Ele trocou a camisinha e apontou o pau grande para minha buceta e passou a meter novamente. Só que dessa vez, ele também foi enfiando o consolo no meu cuzinho. Que delícia! Era um pouco do meu sonho! Ele me comia e fodia meu cu com o brinquedo! Minha boceta babava de tesão!


Ficamos assim por um tempo. Eu de quatro, rebolando feito uma louca, e ele metendo aquele pau grande na minha boceta enquanto enfiava um consolo de plástico no meu cu. Um tesão.


Resolvi que ia mudar de posição e que ia sentar nele. Empurrei Bruno na cama e pulei em cima dele, ainda como brinquedinho enfiado na minha bunda. Que tesão! Naquela posição o pau dele entrava todo em mim!


Foi aí que o Bruno fez algo que me surpreendeu: ele abriu as pernas, pegou minha mão e direcionou ao próprio cu. Olhei pra ele em dúvida: o que ele queria que eu fizesse? Então, ele apertou os meus dedos contra a entrada dele.


O que era aquilo? Fiquei com um tesão louco!


Passei a rebolar no pau dele enquanto massageava o cu dele. Nunca tinha feito isso! Ele gemia alto! Ao mesmo tempo, eu era fodida por aquele pau enorme e latejante dentro da minha boceta, tinha o consolo enfiado até o talo no meu cu, e masturbava o cuzinho do Bruno. Eu estava safada demais! Era algo muito novo pra mim!


Enfiei um pouco mais o dedo. Mexi. Era a primeira vez que fazia aquilo, então tentava imitar o que já tinham feito comigo e o que eu mesma fazia. Eu queria explorar o prazer dele por trás.


E parecia dar certo. 


O pau dele pulsava forte em mim. Tremia tanto que ia explodir. Não aguentei ver todo esse tesão dentro de mim e gozei. Gozei demais. Gozei porque estava safada pra caramba naquela hora!


Mole, desci para chupar o pau dele.


Peguei aquele membro enorme e bati punheta pra ele enquanto o chupava. A cabeça grande pulsava na minha mão. Enfiei a boca e tudo aquilo foi até a minha garganta. Mas Bruno ainda queria mais safadeza. Ele novamente pegou minha mão e direcionou ao seu cu.


“Que cara safado!” - pensei. Falar seria impossível, pois aquela pica estava toda na minha boca.


Chupei o pau dele e enfiei um dedo no cu de Bruno. Ele gemeu forte, gemeu alto. O cu dele apertou meu dedo. Minha língua passeava naquela vara grossa que piscava a cada chupada e a cada enfiada do meu dedo no cu dele.


Tive uma idéia e resolvi experimentar.


Parei de chupar e comecei a bater punheta pra ele. Enquanto isso, desci e comecei a chupar o cu de Bruno. 


Ele adorou! A língua entrando no cuzinho dele! Eu me sentia muito safada!


Depois voltei a chupar o pau dele! Como o cu já estava molhado, era mais fácil de enfiar o dedo. Que tesão estava sentindo! E ele também! O pau parecia que ia pular, que ia explodir de tanto pulsar! O gozo dele não ia demorar. E eu sabia que viria muita porra.


Só nunca imaginei que seria tanta. 


Bruno gritou de tesão e disse um abafado “vou gozar…”


E jorrou porra na minha boca. Era muita. Nunca vi tanta. Engoli o máximo que pude. O resto foi no meu rosto. Mais jatos. Mais porra na minha cara.


Ele se aproximou de mim, passou o dedo no meu rosto, e enfiou na minha boca.


_ Não desperdiça porra, safada.


Eu lambi o dedo dele com tesão.


Bruno, então, pegou o consolo que estava no meu cu, esfregou na porra que estava nos meus peitos e novamente enfiou na minha bunda.


_ De qualquer jeito, seu cuzinho vai ficar com a minha porra…


Bruno não demorou a dormir depois do sexo, ao contrário de mim. Fiquei um bom tempo pensando no que tinha feito. Ele tivera um tesão absurdo. Por que outros caras não se permitiam isso também? Que insegurança era aquela? E por que eu nunca pensara nisso? Em também dar esse tipo de prazer para os outros? Para o Theo, por exemplo? Porque fomos criados e criadas para ver o cu como algo sujo, pecaminoso, algo que não é feito para sexo. Mas, para os homens, é ainda mais complicado. Além de tudo isso, se associa o prazer nessa região a práticas entre homens. Eles devem ter receio de pedir para suas companheiras fazerem algo assim e elas imaginarem que eles são gays. Bobagem… Mais uma vez eu vi que cada um tem que viver a sexualidade como quiser, sem tantos rótulos. A vida é curta demais para esse tipo de restrição.


Eu já descobrira que gostava de fazer anal. Agora eu descobri que homens, inclusive héteros, podem ter prazer anal também…

 

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