DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap 6/10)
Alguns anos depois de me formar as coisas não estavam boas pra mim. A vida de professora não é fácil. Tem muito mais cobrança do que as pessoas imaginam. São relatórios, fichas, provas. Dar aula é só uma pequena parte do que fazemos. Muita gente pensa que meu trabalho é simplesmente chegar na aula e preencher o quadro com exercícios e esquece que preciso estudar, preparar aulas e fazer intermináveis trabalhos burocráticos. E eu fazia isso em dois colégios particulares ao mesmo tempo. Precisava ser assim ou - com o perdão da piada - “as contas não fechariam”.
Saía de casa cedo e trabalhava o dia inteiro. Na época eu dividia apartamento com uma amiga engenheira, a Júlia, numa espécie de república. Porém, ela recebeu uma oferta de emprego em outra cidade e precisou se mudar. Sem condições de bancar sozinha o aluguel do apartamento, procurei um lugar menor e achei um local no centro. Era um prédio ótimo, com apartamentos de 1, 2 e 3 quartos divididos em vinte andares. Peguei o menor e mais barato. Era mais do que o suficiente pra mim.
Fiz a mudança numa tarde. Levei tudo o que precisava em um só dia, mas algumas caixas de livros ficaram para trás. Foi então que voltei ao meu antigo endereço e enchi meu simpático Fiat 500 de romances e manuais de matemática. Sem pensar muito, entulhei tudo no carro e, chegando à garagem, coloquei sem ordem os livros em uma caixa e entrei no elevador.
A caixa estava pesada e foi um custo apertar o botão “5”, do meu andar. O elevador subiu e parou no térreo. Alguém entrou e não reparei, perdida em pensamentos que estava.
_ Carol?
Surpresa, olhei para o lado. Era Bruno. Aquele negro lindo e simpático, com um imenso sorriso no rosto. Ele vestia um moletom preto escrito “Ciência da Computação” e o nome da Universidade Federal.
Como disse, nessa época eu não era amiga do Bruno. A gente tinha se esbarrado em algumas festas da faculdade e conversado poucas vezes.
_ Lembra de mim, Carol? Bruno!
_ Sim! Claro! O Jordan!
_É! Esse era meu apelido na faculdade! Como você está?
_ Tô bem. Trabalhando bastante. Dou aula em duas escolas.
_ Que bom!
_ Que legal te ver! Tô vendo que você está com muitos livros. Deixa eu te ajudar a carregar.
_ Não precisa!
_ Faço questão! Deve estar pesado!
Estava. Eu tinha superestimado minha força e colocado livros demais naquela caixa. Aceitei e entreguei a caixa para ele.
Trocamos mais algumas palavras e ele me acompanhou até meu apartamento.
_ Pode deixar ali - disse apontando para a mesa da sala.
Bruno deixou a caixa e aceitou uma água que eu tinha oferecido. Enquanto fui à cozinha. Quando voltei vi que ele estava mexendo nos livros curiosamente e empalideci. Acontece que eu tinha vários romances, digamos, “hot” naquela caixa. Era meu hobby. Tinha, claro, alguns clássicos, mas a maioria era “hot”, com capas que não deixavam dúvidas quanto ao conteúdo. Bruno, porém, não pareceu se importar muito.
_ Voc~e lê bastante!
Entreguei o copo d’água.
_ Leio. Gosto bastante.
Mas não dei chance de ele ver o resto da minha coleção e discretamente empurrei os livros para o canto.
_ Sabe, eu moro aqui. É um prédio legal. Tranquilo.
_ Que bom. Eu preciso de tranquilidade para trabalhar e preparar aula. Mas, nesse começo, não vou poder ficar muito aqui. Ainda estou sem internet e não tenho como preparar aula assim. A operadora pediu entre uma semana e quinze dias para instalar. Vou ter que ficar indo e voltando da escola.
_ Mas é só de internet que você precisa?
_ É, sim.
_ Uai, mas você pode usar a internet lá de casa. Eu tenho um home office todo montado.
_ Não sei.
_ Carol, faço questão. Você era da turma da faculdade. Lembro de você lá. Faço questão de te apoiar, se você achar que ajuda. Eu trabalho quase sempre em casa, mas o escritório é grande e eu juro que não faço muito barulho!
Fiquei pensando um instante e ele continuou.
_ Vamos! Vai ser bom. Tenho ar condicionado e um estoque ilimitado de Coca Zero e café.
Não vou mentir pra vocês que as imagens dele pelado transando com a Clara não passou pela minha cabeça, mas não foi isso que me fez aceitar o convite. Sendo sincera: foi preguiça. Eu não queria ter que ficar horas e horas na escola, num gabinete abafado e barulhento, indo e voltando no trânsito para preparar aulas. Ficar no home office dele me pouparia muito tempo e eu ganharia bastante conforto. E, afinal, qual seria o problema? Ele parecia bem legal.
_ Ah, então, se não tem problema pra você…
No dia seguinte conheci, subi até o apartamento dele levando alguns livros e um notebook velho. Toquei a campainha e ele me atendeu com o sorriso de sempre!
_ Carol!
Só que, ao entrar no apartamento, fiquei surpresa. Não era nada como o meu. Eu morava numa kitnet alugada, que estava toda bagunçada. O apartamento de Bruno era de cobertura. Um duplex com decoração estilo industrial, em tons de cinza e detalhes em madeira e verde. Tudo estava exatamente onde deveria. Era lindo. Ele me levou até o segundo andar e lá havia uma espécie de área externa gramada, com ofurô, uma mesa de jantar e espreguiçadeiras. A vista era linda e dava para a cidade.
_ Nossa! Que lindo seu apartamento!
_ Gosto daqui. Fico em paz.
Logo ele me alojou no escritório que ficava no primeiro andar. Era uma sala relativamente ampla, com uma estação de trabalho para ele com vários monitores e uma mesa de reunião com seis cadeiras no centro. Ao lado havia outra mesa, sem uso, onde ele me instalou.
Bruno não mentira: ele era calado, discreto. Conversamos somente em intervalos regulares, mas nesses momentos, ele era extremamente agradável. Rimos bastante e nos divertimos. Além do mais, ele tinha uma máquina de café espresso excelente…
Segundo ele me contou, depois da graduação ele recebera uma bolsa de mestrado fora. Ainda antes de terminar a especialização, recebera uma proposta de emprego de um fundo de investimento para atuar no setor de segurança da informação. Pelo que entendi, ele era tipo um hacker reverso. Tentava prever as falhas de segurança dos sistemas para que elas fossem corrigidas antes de darem problema. Depois de um tempo, ele passara a chefe do setor. Só que a saudade de casa bateu e ele voltou para o Brasil.
Bom, na verdade, a saudade era mais de Clara.
Bruno e Clara, a menina com quem eu vira ele transando, ficaram juntos por um bom tempo. Ele queria que ela fosse para a Inglaterra morar com ele. Ela não quis. Ele conseguiu home office e se mudou para o Brasil. Mas, o relacionamento não deu certo. Eles voltavam e terminavam sempre. Várias vezes. Ele era nitidamente apaixonado por ela. Louco por ela.
Mas isso eu fui descobrindo com o tempo. Conforme conversávamos nos dias seguintes ele ia se abrindo e me contando mais da sua vida. Às vezes, falávamos só de livros ou de filmes. Depois de nossas decepções amorosas.
Num certo dia, cheguei à "minha" mesa no escritório e havia um embrulho. Uma caixa. Pensei que era um livro. “Que gentil!”. Mas quando abri, vi que era um notebook.
_ Como assim?
_ Te vejo lutando com esse seu computador e pensei que esse aí poderia acelerar seu trabalho.
_ Mas… Não posso aceitar…
_ Carol, relaxa. Tô adorando ter você aqui e ficaria feliz se voc~e aceitasse. Eu recebo computadores da empresa, não gasto um centavo com isso. Esse aí deve resolver seu problema.
E dizendo isso já me chamou para um café, como se não fosse nada de mais o presente. Não queria fazer muito estardalhaço.
Aquele foi um gesto fofo. Não porque era um presente caro, mas porque mostrava que ele não só se importava comigo, mas também que gostava realmente da minha companhia. E era recíproco. Resolvi aceitar o computador de bom grado.
No final das contas, acabou que fiquei mais tempo indo lá do que precisava. A internet foi instalada no meu apartamento, mas continuei com regularidade passando algumas tardes e manhãs com o Bruno. Eu apreciava tanto o silêncio, quanto as conversas.
Numa tarde de setembro eu percebi que ele estava estressado. Algo no trabalho não ia bem. Normalmente, ele tinha algumas reuniões online e eu usava fones de ouvido com cancelamento de ruído, então não me atrapalhava nada. Mas naquele dia parecia que algo mais tenso tinha acontecido. Algo que só se resolveu já bem no começo da noite.
_ Hoje o dia foi pesado…
_ Percebi… O que aconteceu?
_ Tivemos uma tentativa de acesso ao nosso banco de dados que quase foi bem sucedida. Alguém deixou uma falha num código que não deveria existir. Mas no final deu tudo certo. O time de Hong Kong me chamou e resolvemos. Mas achei que tinha dado merda.
Subimos para o terraço. Só que dessa vez Bruno tirou um cigarro de maconha e acendeu.
_ Aceita?
Eu só tinha experimentado maconha duas vezes, mas aceitei.
Não é muito a minha, mas me deu uma leveza. Acho que a ele também. Ficamos em silêncio, fumando e aproveitando esse relaxamento.
Bruno e eu ficamos muito amigos. Nos finais de semana saíamos para beber. Eu reclamava da minha vida pra ele, ele confidenciava comigo. Ele estava bem de grana, ganhava em Euros, então nessa parte, não nos parecíamos, pois eu estava lutando em dois empregos para me manter. Mas, de resto, tínhamos nossas similaridades. Ele não esquecia a Clara e eu ainda procurava um amor. Éramos capazes de ficar algumas horas discutindo assuntos bobos, filmes, séries ou falando de assuntos sérios como política ou economia.
Mais de uma vez Bruno chorou comigo por causa da Clara. Acho que ela não tem noção do que estava desprezando. Um homem daquele, lindo, gente boa, inteligente e totalmente louco por ela e ela maltratando, menosprezando. Eu não entendia muito bem a dela. Acho que é aquilo: não dá valor ao que tem.
Só que um ombro pra chorar facilmente vira algo mais…
Lembro-me bem que foi numa quinta-feira. Eu tinha que aplicar uma prova na sexta e precisei ficar até mais tarde no escritório do Bruno. Depois ele me convidou para relaxar. Deitamos na espreguiçadeira e tomamos uma taça de vinho.
Embora eu não fosse apaixonada pelo Bruno, não vou negar que achava ele um gostoso. Aquela cena da Clara chupando ele vira e mexe voltava à minha cabeça. Eu não conseguia esquecer aquilo. E ler romances safados me dava uma imaginação e tanto… Não foram só duas ou três vezes que me imaginei transando com ele, mas não queria estragar o que a gente tinha fazendo um movimento que poderia dar errado.
Mas não precisei.
Naquele final de tarde o beijo veio naturalmente quando ele se aproximou de mim para me servir mais uma taça de vinho. Fui envolvida pelos braços de Bruno e sua boca tocou suavemente a minha. Mas, logo, essa delicadeza inicial deu lugar a um tesão.
Acho que não só eu fantasiei com ele ao longo do tempo, mas ele deve me desejado já há algum tempo. Afinal, quando ambos percebemos que queríamos um ao outro, o tesão cresceu tão rapidamente que foi impossível controlar.
O beijo foi se tornando cada vez mais ardente, com nossas línguas se encontrando e se afastando. Bruno me envolveu em seus braços fortes e, certo do meu tesão, logo desceu suas mãos até as minhas nádegas. Eu arfava no ouvido dele e me apertava contra aquele corpo gostoso.
Os suspiros que eu soltava deixaram Bruno louco. Um volume foi se formando em sua calça e se comprimindo contra mim. Enquanto isso, a mão direita dele entrou em minha calça e seus dedos firmes apalpavam e tocavam minhas nádegas. Ao mesmo tempo em que estava ali aproveitando cada segundo, me lembrei de como Clara o chupou. Queria ver aquele pau. Precisava daquilo.
Desci minha mão até a calça dele e abri o zíper. Ainda o beijando, fui tocando cada centímetro daquele pau enorme e grosso. Minha buceta já estava inundada. Olhei para baixo de relance. A cabeça estava ali. Ele era alto. Bastava eu me abaixar um pouco para chupar. Salivei… Fiz menção a descer, mas, para minha surpresa, Bruno me impediu.
Com tranquilidade, ele tirou a roupa e ficou nu na minha frente, no gramado no topo da cobertura. Ele sabia que era gostoso. Sabia que eu queria apreciar seu corpo. Não pude evitar e olhei para aquele abdômen lindo, as coxas fortes, os braços firmes e, claro, sobretudo, para aquele pau grosso e grande que apontava para o céu de tão duro. Bruno era um cara confiante em seu físico. Ficava à vontade nu. E era óbvio que não tinha porque ser diferente… Era quase um atleta de corpo negro e alto, sem imperfeições.
Então, ele se colocou à minha frente e começou a me despir.
Fiz um movimento para o abraçar, mas ele me impediu.
_ Calma. Fica quietinha…
Fiquei.
Ele tirou minha camisa e meu sutiã. Deixou meus seios à mostra por alguns instantes. Ele parecia gostar de criar essa tensão ao não fazer nada, ao simplesmente deixar um corpo nu à mostra.
Nesta altura, eu já estava encharcada, minha buceta pulsava de tesão. Eu queria pular naquele pau e enfiar aquilo tudo dentro de mim de uma vez.
_ Calma…
E Bruno desceu seus lábios até meus seios e os chupou e mordeu e lambeu. Eu só gemia. As mãos fortes vasculhando meu corpo e a língua em meus peitos.
Não estava acostumada com aquilo. Não sabia o que fazer. Mas não precisava. Ele me guiou.
Com carinho ele desceu minha calça. Fiquei totalmente nua na área externa da cobertura. Por um instante, pensei que alguém poderia nos ver dos outros prédios, mas essa preocupação se transformou em tesão e não me impediu de nada. Só me amaldiçoei por não ter me depilado. Estava com a buceta peluda. Não imaginava que iria transar…
Bruno me deitou na espreguiçadeira. Eu queria chupar seu pau, mas ele não deixava.
Ele se colocou à minha frente e abriu minhas pernas lentamente revelando minha entrada quente e encharcada. Bruno sorriu com satisfação ao ver meu tesão.
Sem pressa ele foi mordiscando minhas pernas pelo lado de dentro até chegar na minha buceta. Que excitação absurda!
Sem demora, ele enfiou sua língua em mim e eu não parei de gemer mais. A língua entrava e saia e entrava e saia, e ia para o clitóris, depois entrava e saia de novo. Com suas mãos firmes ele mantinha minha perna aberta enquanto eu me contorcia de tesão. De vez em quando eu olhava para os lados só pra ver os prédios e pensar que alguém ali estava me vendo ser chupada por aquele homem lindo!
Quando Bruno percebeu que eu ia gozar, ele parou de chupar. Minha buceta pulsava. Eu o segurei pelos cabelos e enfiei sua cara em mim novamente, mas ele resistiu. Eu queria gozar! Por que ele não continuava?
Porque ele queria meter…
Bruno rapidamente colocou a camisinha e se posicionou à minha frente. Ele queria, mais uma vez, que deixar que eu o admirasse. Vejam, não é que ele queria ser admirado: ele sabia que eu queria olhar para ele.
Fiquei ali por um longo instante, pernas abertas, peito arfante, vendo aquele mastro rígido na minha frente. Umidade escorria pelas minhas pernas. Eu precisava daquilo dentro de mim. Era algo instintivo, primitivo, animal. Se ele demorasse mais um pouco eu mesma teria pulado por cima dele.
Bruno se colocou sobre mim e nos beijamos. Ele lambia meu pescoço e mordia minha orelha. Fiquei toda eriçada. O falo quente se encontrava com meu corpo e eu me mexia para tê-lo dentro de mim, mas aquele corpo forte não deixava.
Coloquei minhas pernas em volta de Bruno e apertei sua bunda e arranhei suas costas enquanto ele me beijava. Estava no meu limite quando a cabeça do pau começou a procurar a entrada da minha buceta.
Pra mim, foi uma sensação diferente.
Desde que tinha visto aquele pau sendo chupado pela Clara que desejava Bruno. Eu tinha um misto de tesão misturado com curiosidade. Sabia que um pau grande em si não era garantia de nada, mas queria também saber como era ser possuída por um caralho daquele tamanho. Não adianta, é algo que a gente ouve tanto falar que fica curiosa. É coisa que já está no imaginário coletivo de homens e mulheres.
Fui sendo preenchida por Bruno e a sensação era realmente um pouco diferente. Como estava muito excitada, não houve dor, apenas prazer. Aquela vara grossa entrava vagarosamente na minha buceta e eu só me mexia pedindo mais, me arreganhando. Era bom. Era como se eu fosse sendo alargada por aquele pau. Ele entrava e parecia não acabar. Foi até o fundo da minha buceta. Não cabia mais! Eu me sentia uma safada por estar ali arreganhada sendo comida por aquele pau enorme no alto do prédio para quem quisesse ver.
Eu gritei de tesão e isso incendiou ainda mais Bruno, que começou a meter com força. Gritei e gritei de tesão alto. Foda-se se alguém ouvisse ou visse. Eu não tinha mais condição de pensar em nada. Era só o pau enorme e grosso me arrombando com força que importava. Ele saía todo e entrava me arrombando novamente, arreganhando minha buceta indefesa.
Não demorou e gozei. Tremi naquela vara e gozei bastante.
Eu sabia que ele já estava segurando o gozo também.
_ Vou gozar - gemeu Bruno baixinho.
Tirei o pau dele da buceta e me coloquei de frente para ele. Agora ele não teria mais controle. Eu já tinha gozado. Queria ver aquele pau.
Puxei a camisinha para fora e apreciei aquela cabeça latejante. Em seguida, coloquei o pau quente na minha boca. Enorme. Lembrei novamente de Clara. Ela tinha chupado aquilo na minha frente. Era difícil até enfiar todo na boca. Senti o gosto da minha própria buceta no pau de Bruno. Delícia! Bati uma punheta rápida e logo o pau começou a pulsar. Sabia que a porra estava vindo.
Jatos grossos de porra quente jorraram na minha boca. Era tanta que quase me engasguei. O pau saiu da minha boca e vários jatos atingiram meu rosto e meus seios.
Caí exausta ao lado de Bruno. Nós dois sorrindo.
Foi quando meu celular tocou. Era Júlia, minha ex colega de quarto. Estava na portaria e queria conversar.
Despedi-me de Bruno rapidamente, coloquei minhas roupas de qualquer jeito e desci correndo. No caminho pra casa, senti a umidade ainda descendo por minhas pernas e o gosto da porra em minha boca.
E foi assim que começou minha relação com o Bruno. Amigos que transam. Amigos que se dão bem, mas que também se dão um ao outro.
Naquela noite Júlia queria trocar idéia sobre um cara que ela estava a fim. Um tal Marco. Ouvi um pouco da história, mas confesso que só pensava no pau de Bruno. Ela falava do tesão que estava sentindo, mas da dificuldade em encontrá-lo e o que eu achava de ela sentir tanto tesão com alguém que ela não estava ficando, alguém que era só provocação. Não sei.
Naquela noite, depois do banho, deitei na minha cama nua e me masturbei pensando em Bruno, relembrando cada segundo com ele. Como era meu costume, passei bastante lubrificante no consolo e na entrada do meu cuzinho e depois enfiei o brinquedo na frente e o dedo atrás. Com força e velocidade, me toque até gozar. Dormi ali. Nua. Com o cuzinho cheio de lubrificante e o brinquedo do lado. E, apesar de tudo isso, ainda acordei com a buceta molhada.
Mas, será que preciso falar mais da minha relação com Bruno? Vocês querem mesmo saber? Ou querem saber o que aconteceu no dia do meu aniversário?
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