DOIS PRESENTES PARA CAROL (cap. 10/10 - FINAL)

 Meu coração disparou com tudo aquilo e entre minhas pernas a umidade escorria. Theo me beijava ardentemente e Bruno lambia meu pescoço. A mão de Theo estava nas minhas coxas e a de Bruno sobre os meus seios. Ambos me apalpavam com tesão. Eu tocava os dois por cima da calça. Estavam duríssimos. 


Mas, eu parei tudo e me levantei. Os dois me olharam incrédulos.


Respirei fundo e olhando séria para os dois falei:


_ Vai ser o que eu quiser, como eu quiser e só o que eu quiser, tudo bem?


Eu queria ter certeza de que tudo sairia como eu queria. Teria que ser uma experiência boa pra mim.


_ Sim - ambos disseram.


_ Ok, então - respondi sorrindo e, em seguida, deixei vagarosamente tirei uma alça da minha blusinha deixando um seio à mostra, depois, a outra. Os dois me olhavam sedentos, desesperados para que eu desse a ordem para virem para cima de mim. Finalmente, apontei os seios e fiz sinal para eles virem.


Ambos se levantaram e vieram me beijar. Eu me alternava entre os dois. Enquanto um me beijava o outro lambia e chupava meus seios.


Abri a calça de Theo e coloquei minha mão em seu pau. Depois foi a vez de Bruno. Fiquei com um pau em cada mão enquanto beijava meus dois amantes. Delícia!


Aquilo pedia mais.


Ajoelhei-me e encarei aqueles dois membros duros na minha frente. Percebi que Theo estava com um pouco de ciúme de Bruno, porque tinha o pau menor. Bobagem. Cada um seria importante pra mim de uma forma especial. Minha boca estava salivando. Não esperei mais e chupei o pau de Theo primeiro. Ele merecia um carinho! Enquanto isso, bati punheta para Bruno. Depois, enfiei o pau grande e grosso de Bruno na boca e punhetei Theo. Aqueles falos duros latejavam ora na minha mão, ora na minha boca. Que tesão absurdo!


Me lembrei de Mari. Ela ainda nova tinha provado isso tudo. Mas agora eu também tinha meus dois machos pra me satisfazer!


Como sabia que Bruno gostava, enquanto o chupava pus meu dedo na entrada do cuzinho dele e fiz movimentos de massagem. Ele gemeu de tesão! Theo ficou sem graça vendo aquilo. Percebi e, divertida, perguntei:


_ Quer também?


Ele ressabiado respondeu apenas com um “não” entre gemidos de tesão da punheta que eu batia.


Os paus latejavam nas minhas mãos. Eu não podia deixar que eles gozassem ainda. Me levantei e passei a beijar Theo e com a mão empurrei a cabeça de Bruno para entre minhas pernas. Bruno aceitou o encargo com tesão. A língua dele passou a vasculhar toda a minha buceta e a chupar meu clitóris. Enquanto isso, Theo, ao lado me beijava e lambia meus seios.


Eu estava muito excitada. Rebolava na boca de Bruno e beijava Theo. De repente, o dedo de Bruno foi entrando no meu cuzinho. Fiquei louca. Ele me chupava e metia o dedo em mim por trás. Com uma mão eu empurrava a cabeça dele contra minha buceta e rebolava com o dedo dele no meu cu. Com a outra eu batia punheta para Theo.


A umidade que saía de minha melava todo o rosto de Bruno. Eu olhava para baixo e via aquele homem de pau grande e duro lambendo minha buceta e fodendo meu cu com o dedo e gemia. Enquanto isso, Theo lambia meus seios e meu pescoço e me beijava enquanto eu o masturbava. Era demais.


Não aguentei… Gozei…  Meu corpo tremeu como nunca… Minhas pernas bambearam. Gritei.


Caí sentada no chão. Olhei para minhas penas e as coxas estavam totalmente meladas. Eu respirava ofegante. Um sorriso estava em meu rosto.


Parei um instante e olhei para os dois homens à minha frente. Eles aguardavam ansiosos. Com certeza estavam cheios de dúvida: “tem mais?” “a Carol já está satisfeita?” “a gente não vai gozar também?”


Sim, tinha mais. Não, não estava satisfeita. E, claro, eu queria que eles gozassem também.


Mais uma vez, gastei um tempo apreciando meus dois presentes. Ali na minha frente estavam dois homens gostosos me devorando com os olhos. Sentada apoiada no sofá, sentindo o tapete em minha buceta, eu tinha dois paus à altura do meu rosto. Dois paus latejando de tesão. Eu podia vê-los pulsando.


_ Deita - falei para Bruno. 


Ele se colocou no tapete com aquela vara enorme e dura. Eu já estava pronta para outra. Com tesão, fui me colocando em cima dele, subindo a partir dos pés. Senti o calor do membro de Bruno passar pelo meu rosto, depois pelos meus seios, pela minha barriga, até se aproximar da minha boceta. Beijei Bruno e fiquei esfregando meu clitóris na cabeça do pau dele, sem meter. Estava gostoso.


Foi quando senti que Theo estava vindo por trás de mim. Ele me beijou as costas e apontou a cabeça do pau para o meu cuzinho.


_ Não!


Ele me olhou surpreso. 


_ Não quer?


_ Agora, não.


Com um movimento, encaixei a cabeça do pau de Bruno na entrada da minha boceta e fui enfiando vagarosamente. Aquela pica grossa foi me preenchendo. Gemi…


_ Vem, cá! - falei para Bruno.


Enquanto eu cavalgava em Bruno, chupei vagarosamente o pau de Theo. Ele não se aguentava e empurrava minha cabeça. Bruno massageava meus seios e metia forte. Tesão demais! Eu adoro o gosto do pau de Theo!


Depois mudei de posição e resolvi arriscar algo que tinha em mente. Podia dar errado, mas eu queria tentar. 


Sentei no pau de Bruno de costas e deitei sobre aquele negro lindo e musculoso. Ele aproveitou para beijar meu pescoço. Fui à loucura! Abri as pernas e olhei para Theo.


_ Chupa minha boceta…


_ Assim?


Eu pude ver a dúvida na expressão dele. 


_ É só pra chupar a minha buceta… Você não gosta…


_ Gosto, mas…


Gemi com a pica de Bruno em mim.


_ Se me chupar assim, deixo você comer meu cu depois…


Theo fez um gesto de “ah, foda-se, já estou aqui mesmo” e se deitou no meio das minhas pernas. Que tesão absurdo! Bruno metia forte na minha boceta, meus seios balançavam para cima e para baixo sem parar. Aquela vara parecia que ia arrombar até o meu útero. Enquanto isso, Theo chupava e lambia o meu clitóris, com a língua ali, bem do ladinho daquela pica enorme. Só de pensar nisso até hoje me dá arrepios!


Meu corpo todo tremia de tesão. Minha buceta pulsava, meu cuzinho piscava, meu coração parecia que ia sair pela boca.


Não sei se aguentaria muito mais.


Me levantei e me sentei novamente em Bruno, na posição de cavalgada tradicional. Eu sabia que ele já estava se segurando pra não esporrar em mim. Precisava ter cuidado agora.


Passei a mão em uma caixinha que eu tinha deixado por cima da mesa e peguei um gel lubrificante. Deu pra ver o brilho nos olhos de Theo quando fiz isso. Ele estava afoito pra comer meu cu de novo! 


_ Toma… - entreguei pra ele e continuei - estou com saudades do seu pau por trás em mim…


_ Que safada! - disse Bruno.


_ Que saudade desse cu, Carol! - disse Theo.


Então me deitei sobre Bruno e o beijei. Nossas línguas se entrelaçando enquanto eu rebolava vagarosamente na pica dele. Bruno sabia que naquela hora não podíamos fazer movimentos bruscos. Era a hora de Theo também participar.


Primeiro veio o friozinho do gel no meu cuzinho, seguido de carinhos e pequenas enfiadas com o dedo médio. Depois Theo enfiou também o indicador. Aceitei os dois dedos com facilidade. Estava louca pra fazer anal de novo. Com Bruno nunca consegui. Talvez porque a pica dele fosse grande demais, talvez porque nunca tenha rolado a química certa. Com Theo era diferente. Ele sabia demais como comer meu cu.


Por último, Theo apontou a cabeça do pau para o meu buraquinho e se deitou em cima de mim. Aos poucos ele foi empurrando aquele membro gostoso pra dentro do meu rabo. Eu gemi, gemi muito. 


_ Que safada você é, Carol! Que putinha! - disse Theo no meu ouvido.


_ Sou putinha… - respondi dengosa - come meu cu, vai…


Foi aí que ele enfiou o resto. Que tesão!


Prensada entre Bruno e Theo, eu rebolava com uma pica no rabo e outra na buceta. Os dois paus pareciam que iam se encontrar dentro de mim. Ambos pulsantes, latejantes.


Theo acelerou. Ele passou a bombar no meu cuzinho. O pau saia quase todo e depois entrava novamente com força. Uma vez, duas, três, várias metidas fortes.


Gritei de tesão.


Bruno também passou a meter mais forte.


Logo, eu estava sendo violentamente fodida por dois caralhos. Meu cu e minha buceta piscavam de tesão. Eu não tinha mais controle do meu corpo.


_ Putinha, safada, vou gozar no seu cu. Vou encher seu cu de porra - falou Theo no meu ouvido. Eu me arrepiei. Só tinha forças para me apoiar e para arreganhar minhas pernas.


Bruno acelerou ainda mais. O pau dele me arrombava a buceta toda.


_ Que delícia, Carol! Finalmente vou gozar em você. Vai ser tanta porra… Você nunca viu tanta porra na vida… Vou inundar essa buceta sua…


Até Bruno falando sacanagem! Ele não era disso! Adorei!


Passei a rebolar mais. Eu só sabia gritar e gemer. Esfregava meus peitos em Bruno enquanto Theo vinha forte por trás arrombando seguidamente o meu cuzinho melado. Os dois caralhos iam pulsando dentro de mim. Eu só pensava que logo, logo estaria repleta de porra dos meus dois machos.


Theo certamente percebeu que quanto mais eu me sentia safada, mais tesão eu tinha e resolveu fazer algo que ainda não tinha feito comigo. Sem parar de meter forte em mim por trás, ele me deu um tapa na bunda. O que foi aquilo? Eu gostei. E muito.


_ Safada! Putinha…


_ Vai, fode meu cuzinho, vai. Bate nessa bunda, vai… - gemi.


_ Vou arrombar esse cuzinho todo… igual eu sempre fiz… porque tem que ser muito putinha pra gostar de dar o cu assim, safada… gosta de pica no rabo…


_ Gosto…


E ele me deu outros tapas. Era muito tesão. Eu estava quase saindo do meu corpo. A cada estocada que eu recebia eu tinha a sensação de realizar um sonho. A cada vez que minha buceta e meu cu eram penetrados ao mesmo tempo por aquelas duas picas eu chorava e ao mesmo tempo sorria de felicidade.


Bruno e Theo aceleraram ainda mais. As picas iam me arrombando. Entrando e saindo do meu rabo e da minha buceta. Gemi, gemi muito. Por um instante pensei em quantas vezes eu tinha me masturbado imaginando transar com dois caras. Quantas e quantas noites enfiei um consolo no cuzinho e me masturbei me vendo entre dois caras… Quantas e quantas vezes acabei pegando no sono gozada com a calcinha no meio das pernas e com o cuzinho melado de gel lubrificante… Mas, nada do que imaginei era tão bom quanto o que eu estava vivendo de verdade. O tesão mais uma vez subiu da minha buceta e do meu cuzinho até o meu pescoço.


_ Vou gozar. Me fode, Theo, me fode, Bruno. Mete em mim, fode meu cu, fode minha buceta - disse entre gemidos, chorando de tesão.


Subitamente, minha buceta e meu cu se apertaram e relaxaram, se contraíram firmes e soltaram. Um arrepio saiu do meu clitóris e percorreu todo o meu corpo como um intenso choque que subiu passando pelos meus seios e pescoço até a nunca.


Gozei, muito. Fiquei mole.


Mas, para minha surpresa, eles não pararam de meter em mim. Os dois continuaram metendo mesmo comigo ali entregue, mole, bamba.


Continuei gozando… outro orgasmo intenso… Eu sentia o corpo musculoso de Bruno todo duro embaixo de mim. O abdômen trincado, os braços firmes. Ele ia gozar. Ele estava metendo muito forte. E eu só gozando sem parar.


Mas, foi Theo quem socou forte, empurrou seu pau até o fundo do meu cuzinho e gritou:


_ Vou gozar… Vou encher seu rabo de porra, minha puta! Safada! Quero ver seu cu todo cheio de porra!


E eu só senti vários jatos de porra saindo daquele caralho pra dentro de mim. Um jato, dois, três… 


E só então senti todos os músculos de Bruno se enrijecerem debaixo de mim e o pau dele, que preenchia toda a minha buceta, latejar como nunca.


_ Eu também vou gozar… - gemeu Bruno.


Pela primeira vez eu ia sentir a porra dele dentro da minha boceta. Era algo novo. Me arrepiei.


Foi como um vulcão… Quente, jorrando sêmen dentro de mim. Porra abundante. Parecia que não ia acabar. Bruno gozava e a porra já escorria da minha buceta, mas ainda tinha mais naquele caralho. Dava pra sentir a cabeçorra do pau dele latejando em mim e gozando.


Só então eu mesma parei de gozar. Meu orgasmo tinha durado muito. Ou melhor, foram vários… Dois, três seguidos… Ou um só, longo, não sei. E não importa… Estava sem controle das pernas, da buceta ou do meu cuzinho. Toda suada, melada, cheia de porra de dois machos e do meu próprio gozo.


Lentamente, fui tirando aqueles dois caralhos de dentro de mim. Senti meu cu e minha buceta sendo esvaziados daquelas picas grossas, quentes e meladas. Eles escorregavam para fora úmidos de mim e de porra. Quase me fazem gozar de novo assim…


Então me dei conta de que tinha realizado meu sonho… 


Havia um espelho à minha frente. Parei deitada de frente a ele e contemplei a mim mesma. Estava com uma cara acabada. Maquiagem borrada, suada, ofegante, mas feliz, realizada. Abri as pernas e passei um tempo olhando aquela quantidade enorme de porra branca saindo da minha boceta e do meu cu. Era aquilo que eu desejara por tantos anos. E dera tudo certo. Com dois caras legais, caras que nunca me julgaram por aquilo. Pessoas em quem eu confiava e que justificaram essa confiança com o passar do tempo…  Com tantos outros esse sonho poderia ter virado um pesadelo… Mas, não… deu certo! Eu fora muito corajosa de dar vida àquele sonho e tivera sorte de conseguir realizar tudo da melhor forma possível. Eu tive coragem de reconhecer meus desejos, soube aceitar o que eu queria, ainda que tanta gente ache imoral, coisa de vagabunda ou de puta. Mandei à merda o que os outros achavam. Era minha vida. Ninguém tem nada com o que eu faço dela. E eu soube conduzir tudo. Soube achar gente que me permitisse realizar. E planejei tudo e fora tudo perfeito… Na verdade, até esse relato, quase ninguém soube do acontecido além de nós três. Claro, contei para uma ou outra amiga, como a Júlia, mas foi só.


E se eu conseguira viver esse sonho, haveria algum que eu não poderia realizar?


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