LARA NA FESTA - Parte 1/2
I
Ela entrou deslumbrante na balada. Vestia uma saia xadrez de cinza com preto quase curta demais, uma meia sete oitavos escura de renda e uma blusinha reveladora. Chegou, olhou para os lados, fez um rápido reconhecimento do local e logo percebeu que vários olhares se voltavam para ela. Era como se tivesse um magnetismo natural e inescapável. Homens, sozinhos ou acompanhados, a cobiçavam. Mulheres a invejavam - ou também desejavam.
Sentindo o impacto que sua presença causara, ela dirigiu-se ao balcão com a calma, a elegância e a fingida indiferença de uma modelo na passarela. Por dentro, porém, sentia a adrenalina tomar conta de seu corpo. Fazia tempo que não ia para uma balada assim. Receber tantos olhares mexia com seu ego. Ela queria retribuir. Mas não. Não seria adequado. Precisava se colocar num pedestal acima dos demais. Sabia que, paradoxalmente, com mais distância, seria ainda mais desejada. Ela queria se divertir naquela noite. Muito. E parte disso era se sentir cobiçada.
Sentou-se no balcão e olhou rapidamente o menu.
“Um Jack Daniel’s, por favor. Duas pedras de gelo”.
Pegou a bebida e levou aos lábios enquanto deu mais uma olhada pelo lugar. Ela estava no bar, aconchegante e requintado, à meia luz. Além do balcão, havia mesas onde casais ou grupos de quatro ou cinco pessoas se reuniam. Ao fundo, na boate, um DJ tocava para uma animada turma num ambiente escuro, com luzes piscantes e lasers.
Um rapaz se aproximou e puxou papo. Ela o olhou vagarosamente, mas, em seguida, dispensou.
Mais uma vez percorreu o ambiente com os olhos. Percebeu claramente quem prestava atenção nela. Ao fundo, um sujeito bem vestido, de camisa social azul clara, sozinho em uma mesa, também tomando whisky, não tirava os olhos dela. Ela o encarou por um segundo, depois voltou-se para sua própria bebida.
Outro rapaz se aproximou. Loiro, com jeito de playboy. Vestia roupas com emblemas ostensivos de marcas caras. Claramente, fazia questão de mostrar um chaveiro com o logotipo da BMW. Provavelmente, mais jovem que ela ao menos cinco anos.
_ Whisky?
_ Sim.
_ É uma bebida forte para uma mulher.
_ Não pra mim.
_ Está tomando com gelo. Deveria tomar puro.
“Preguiça”.
Ela sorriu com deboche.
_ Acho que devo tomar como preferir…
_ É que você aproveitaria melhor o sabor se tomasse puro.
“Ok, deu”.
_ Eu aproveitaria melhor minha bebida sozinha.
_ Não precisa ser grossa. Não quis ser mal educado. Posso te pagar um outro whisky? Ou outra coisa? Qualquer um do cardápio. Pode escolher.
_ Não. Tchau - e sorriu novamente entre o sarcasmo e o deboche, sem deixar margem para dúvidas de que ele não tinha chance.
O rapaz saiu bravo. Não estava acostumado a ser rejeitado dessa forma. Normalmente, a boa aparência e as roupas caras funcionavam bem.
Ela notou que o rapaz no fundo tinha ficado inquieto enquanto ela conversava com o loiro. Ela ficou satisfeita. Ele fez menção de se levantar e vir até ela, mas outro chegou primeiro.
Dessa vez era um moreno com jeito de quem se exercitava. Ele era mais agradável e tinha um cheiro bom. Um perfume amadeirado.
Ela deixou ele falar. Era inteligente e articulado.
Sem perceber, ela ficou à vontade. Conversaram durante quase meia hora. Ele pagou a próxima rodada. Ela só olhava para a boca dele.
O moreno tocou o braço dela e ela se arrepiou. Ele se aproximou para beijá-la. No último instante, ela recuou.
_ Não me leve a mal.
_ Achei que a gente estava se entendendo…
_ Estamos. Mas, não. Tudo bem?
_ Tudo. Enfim… Vou te dar meu número. Se quiser conversar, me liga qualquer hora dessas, ok?
_ Ok.
Ele não pediu o número dela. Tinha confiança. Se ela quisesse ela ligaria. E ele sabia que tinham se conectado em algum grau.
O moreno se foi e ela olhou para o homem na mesa do fundo. Mesmo à distância ela sabia que ele tinha ficado observando cada momento dela ali com o outro. Ele já estava com ciúmes. Certeza.
Hora de dançar.
Ela virou mais um gole do Jack Daniel’s e foi para a pista.
A música era boa. Daquelas que mexem com a mente e o corpo, com batidas rítmicas e fortes e um refrão emocionante. Ela se sentia eufórica, feliz. Sozinha, dançava como se ninguém a pudesse ver.
Outros homens se aproximaram, mas ela não deu bola e eles se foram um depois do outro. De longe, ela via o rapaz de camisa azul clara. Ele provavelmente não tinha encontrado o momento certo de chegar próximo a ela.
Mas outra pessoa encontrou.
_ Oi.
Ela saiu do transe da música por um instante, tomada por uma voz suave em seu ouvido.
_ Oi.
_ Te vi conversando com o cara loiro, o playboy mala.
Ela riu.
_ Ele chegou em você também?
_ Ele chega em todas. Acha que a BMW dele é o suficiente pra pegar quem ele quiser.
Ela riu.
A estranha continuou.
_ Deve ter pau pequeno.
_ Maldade! Mas deve!
_ Eu sou a Glória.
Ela pensou um pouco. Não queria dar seu nome verdadeiro.
_ Lara. Prazer.
Deram os beijinhos de praxe e Glória ficou ao lado de Lara, dançando.
Lara reparou nas tatuagens de Glória. Flores e colibris espalhados por parte dos braços e nuca. Belos e delicados desenhos.
_ O que você está tomando? - perguntou Glória.
_ Jack Daniel’s.
_ Nossa! Gostei! Vou pegar um pra gente.
Ela sumiu no meio da multidão no escuro da boate. Lara continuou dançando com os olhos semicerrados, sendo levada pelo ritmo acelerado da música. De canto de olho ela reparou no homem de camisa azul claro que não tirava os olhos dela.
Como que sem querer, ela começou a dançar de maneira mais provocante. Não fosse o escuro do lugar, sua saia teria revelado demais, sua blusinha teria revelado demais. Mas ali, entre os laseres, as luzes piscantes e o escuro, só restava a imaginação para os olhos de quem a observava.
O homem mais uma vez fez menção de se aproximar. Era como se um feitiço tivesse sido jogado sobre ele. Encantado com dança de Lara, o homem da camisa azul claro esperou um minuto a mais do que deveria, pois Glória retornou.
_ Trouxe um pra você e um pra mim. Estava tomando outra coisa, mas você me deu vontade de whisky.
_ Obrigado!
Lara continuou a dançar de maneira sexy, sem se dar conta de que seu feitiço tinha atingido quem ela não esperava.
Glória dançava e olhava para Lara, perplexa, com o queixo caindo. O modo como ela mexia os quadris, as pernas, os braços… a tatuagem atrás da orelha… O jeito como deixava a música a levar enquanto equilibrava o copo de whisky nas mãos… Glória se aproximou mais um pouco. Quase coladas, Glória sentiu o perfume inebriante de Lara. Era um cheiro forte, sexy, provocante.
Quando Lara percebeu, Glória já estava dançando junto a ela. Ela olhou para Glória e percebeu a intenção dela. A mordida no lábio inferior revelava que pensamentos tórridos tomavam conta da imaginação dela.
Lara olhou para o homem de camisa azul. Ele ainda estava lá, olhando para ela. Ela se virou para Glória e deu um sorriso, imediatamente retribuído.
“Ela é bonita. Aliás, linda…”
A mente de Lara virou um turbilhão de imagens, possibilidades, certezas e dúvidas. Por fim, ela virou o Jack Daniel`s e segurou Glória pela cintura, que cedeu imediatamente. Um tremor de excitação percorreu o corpo de Lara.
_ Quando eu vi você dando fora naqueles caras, eu quis saber se tinha chance com você - confessou Glória - estou te acompanhando desde que chegou… Estava indo embora, mas decidi te conhecer… logo tenho que ir… pra um compromisso…
Lara sorriu. Um sorriso capaz de derreter corações.
_ Então não temos tempo a perder…
E beijou Glória rapidamente na boca.
_ Vem - falou no ouvido dela.
E seguiu para o banheiro.
O coração de Lara estava acelerado. Não sabia se era certo o que estava fazendo. Podia ter consequências.
Mas aquela era uma noite… diferente.
Lara abriu caminho em meio à multidão pulsante sabendo que o homem de camisa azul a observava e que Glória a seguia sedenta. Ela sabia onde ia. Havia um banheiro mais ao fundo, numa área externa, que normalmente ficava vazio ou era pouco frequentado. Teriam certa privacidade lá.
Excitada e acelerada, ela atravessou o jardim, abriu a porta do banheiro e ouviu Glória entrar logo depois. Por um breve instante, elas se encararam. Os olhos de uma profundamente mergulhados nos da outra. Em seguida, a boca de Lara se encheu dágua ao descer para os lábios de Glória. Era o limite.
Glória puxou Lara contra si com pressa. Era como se tivessem o tempo contado. As mãos de Glória percorreram o corpo de Lara e os lábios e línguas se misturavam como se buscassem ser uma só boca. Glória encostou Lara na parede e forçava seu quadril contra o dela em movimentos de vai e vem.
Outras mulheres viam a cena, mas pareciam não querer incomodar. Umas não se importavam, outras olhavam com curiosidade enquanto retocavam a maquiagem.
Glória deslizava a língua pela orelha e pelo pescoço de Lara, que soltava gemidos contidos. O coração de Lara estava acelerado, parecia que sairia pela boca.
"O que estou fazendo?"
Glória estava pegando fogo. Sem pudores, ela levantou a saia de Lara e foi tocar sua bunda. Ela deslizou as mãos suaves pelas nádegas de Lara. Queria colocar seus dedos por baixo da calcinha dela, mas teve uma surpresa.
_ Que safada! Não está usando nada por baixo da saia! - disse Glória no ouvido de Lara.
Lara corou, mas era tarde demais para pudores. Ela trocou de posição e colocou Glória contra a parede e começou a forçar seu quadril contra o dela e a beijar seu pescoço. Os gemidos de Glória a excitavam.
Mas Glória queria expor a safadeza de Lara e levantou a saia dela enquanto se beijavam. As demais mulheres do banheiro puderam apreciar as nádegas perfeitas de Lara. Nenhuma teve dificuldade em notar que ela não usava calcinha.
Lara percebeu o frio em sua bunda e descobriu o que Glória fizera. Ela tentou se cobrir novamente, mas Glória não deixou.
"Foda-se. Que vejam"
Os lábios macios das mulheres se tocavam enquanto as mãos descobriam o corpo uma da outra. De olhos fechados Lara sentia o toque de Glória em seus seios. Ela acariciava os mamilos enrijecidos de tesão e sentia o coração de Lara pular no peito.
De repente, um susto.
Lara percebeu uma mão tocando suas nádegas, mas não era de Glória. Ela abriu os olhos assustada e viu uma mulher ruiva a seu lado, a olhando fixamente enquanto acariciava suas nádegas.
Glória riu e disse suavemente no ouvido de Lara:
_ Essa é a Fê. Amiga minha… ela também te achou linda…
"O que está acontecendo?"
_ Não! - disse Lara.
_ Calma, tá tudo bem - disse Fê aproximando seus lábios dos dela. Ela deixou a boca sem tocar Lara. Queria que fosse dela a decisão.
Lara olhou para Fê e para Glória. Não estava conseguindo pensar direito. Era um pouco a bebida, mas era principalmente o tesão. Era uma situação totalmente inesperada.
Ela puxou a cabeça de Fê contra a sua e a beijou. Feliz, Fê retribuiu o beijo.
As três alternaram os lábios uns da outra. Glória tocava os seios de Lara, que tocava os seios de Glória.
Glória, então, desceu a mão e tocou suavemente a buceta de Lara, que já estava encharcada. Lara se arrepiou, e abriu um ligeiramente as pernas, indicando que queria mais.
Enquanto isso, Fê se deleitava na bunda de Lara, tocando-a em toda a sua extensão. Num instante, beijando Lara, Fê acariciou o cuzinho de Lara com seu dedo médio.
Lara gemeu um pouco mais alto, mas fechou seu cuzinho, rejeitando aquele toque. Ela disse um suave “não”, nos ouvidos de Fê, que respeitou o pedido. Ela tinha tempo. Ainda não desistiria.
Lara, entregue, se espantava em como tinha chegado naquela situação.
"Como estou safada… uma está tocando a minha buceta e a outra está passando a mão na minha bunda em público… tá todo mundo vendo minha bunda, meu cu…"
Glória notou que uma mulher pegara o celular e ia filmar.
_ Ei, você! Sem essa!
A moça parou e saiu, chateada de não poder filmar aquilo. Certamente faria sucesso na internet, mas Glória tinha sido uma leoa, intimidante.
Glória aproveitou e puxou as amigas para um box do banheiro, o maior, para deficientes.
_ Aqui tem privacidade - disse em tom sensual.
Glória puxou Lara contra si de costas e a beijou passando as mãos em seus seios e barriga. Ela levantou a blusinha de Lara deixando os firmes seios à mostra.
Lara só se deixava levar, gemendo e beijando Glória. Ela sentiu a língua de Fê em seu mamilo e estremeceu.
"Ah, que tesão do caralho!"
Logo, Fê abriu as pernas de Lara e se ajoelhou em frente a ela. Lara viu e gemeu. Glória continuava a beijar seu pescoço e sua orelha e Fê percorria a parte de dentro das coxas de Lara com a língua.
Rendida, Lara apenas aproveitava as mãos de Glória em seus seios e a língua dela em seu pescoço, enquanto ansiava pela chegada de Fê à sua buceta.
Não demorou.
Logo, Fê passou a língua no clitóris intumescido de Lara e ela soltou um grito.
_ Acho que ela está estressada, Glória… tá gemendo tanto… assim não vai sobrar pra gente…
E num movimento rápido ela se levantou.
Lara não entendeu. Queria ser chupada.
Fê tirou a calça e a calcinha e Glória levantou o vestido. Elas fizeram um gesto indicando que Lara deveria se ajoelhar.
Sem escolha, Lara se abaixou e viu à sua frente duas bucetas. A de Glória era lisa, com os lábios mais pronunciados, enquanto a de Fê tinha um contorno de pelos.
A boca de Lara se encheu dágua e ela chupou as duas como pode. Ela enfiava sua língua na buceta de uma, sentia sua cabeça ser forçada contra aquele sexo quente e úmido só para logo ser tirada dali e enfiada na outra buceta também escorrendo.
“Estou sendo a putinha delas! Chupando duas bucetas ao mesmo tempo! Elas enfiam e tiram a minha boca quando querem!”
Em pé e de pernas tão abertas quanto possível, Fê e Glória se beijavam e se acariciavam, se divertindo com o poder de puxar e empurrar o rosto de Lara uma contra a buceta da outra.
Fê passou a beijar os seios de Glória, revezando com a boca, enquanto forçava Lara a chupar a amiga.
A umidade de Glória melava todo o rosto de Lara, que sentia em seus lábios os espasmos vindos daquela buceta. Glória rebolava no ritmo das lambidas de Lara. Estava também entregue.
"Ela vai gozar na minha cara!"
E gozou.
As pernas de Glória bambearam e Lara sentiu o gozo em sua boca. Fê riu contente em ajudar a satisfazer a amiga.
Glória estava entre sem graça de ter gozado rápido e extasiada com o tamanho do orgasmo.
_ Retribui pra ela - disse Fê a Glória.
Glória assentiu e se ajoelhou na frente de Lara, que fechou os olhos.
A língua de Glória vasculhou cada centímetro daquela buceta antes de tocar o clitóris. Lara gemeu alto. Os dedos de Glória adentraram Lara enquanto a boca sugava o clitóris.
Mas não era só isso.
Fê também colocou os dedos dentro de Lara. Por alguns instantes, dois dedos de Glória e dois de Fê masturbavam Lara, que rebolava sem conseguir se conter.
“Que safada eu estou!”
Só que a idéia de Fê era outra. Ela ainda não desistira de explorar a área mais escondida de Lara.
Ela se colocou ao lado de Lara e, enquanto a beijava, enfiou o dedo no cuzinho dela.
A princípio, Lara rejeitou o toque novamente, fechando seu ânus.
_Relaxa… abre ele pra mim… - disse Fê enquanto mordiscava e lambia a orelha de Lara.
E Lara concordou, tentando relaxar e permitir a entrada do dedo médio de Lara.
Fê acariciou Lara sobre seu cuzinho durante um tempo, até perceber que ela relaxara. Só então começou a enfiar o dedo.
Lara relaxou e o dedo de Fê a invadiu, indo até o fundo. Depois, Fê começou leves movimentos de entra e sai. Lara ofegava com o dedo de Fê em seu cuzinho, e a boca e os dedos de Glória em sua buceta.
“Que tesão! Que tesão! Fode meu cuzinho, fode meu cuzinho e minha buceta”
Porém, para surpresa de Lara, ela logo tirou o dedo. Lara ficou decepcionada. Já estava curtindo demais aquilo.
"Agora que eu estava gostando… Espera, o que ela está fazendo?"
Fê se ajoelhou atrás de Lara e abriu suas nádegas com as mãos, expondo aquele buraquinho rosado e pulsante. Sem que Lara pudesse evitar, Fê mergulhou sua língua no cuzinho dela.
Lara estava ali: em pé, seios à mostra, meia sete oitavos de renda e saia levantada, enquanto Glória chupava sua buceta e Fê seu cuzinho.
Ela não se conteve. Com uma mão puxou Glória contra sua buceta, com a outra forçou o rosto de Fê contra sua bunda. Queria sentir a língua delas dentro de si na frente e atrás o máximo que pudesse.
_ Chupa minha buceta, vai… E você, mete essa língua dentro do meu cu, vai… Vai, vai…
Lara sentia seu sexo estremecendo e seu cuzinho latejando. Gemia e gemia e rebolava e suava e ofegava e escorria tesão entre suas pernas.
_ Vou gozar, vai… vai… não parem…
E esfregava sua buceta na boca de Glória e tentava fazer com que a língua de Fê entrasse mais ainda em seu cuzinho.
_ Vou gozar…. Vou gozar… Não parem… mais… não parem!
E gozou… Um orgasmo intenso como terremoto. Um orgasmo saído do clitóris e do cuzinho e que subiu pela barriga e pela coluna até arrepiar os cabelos da nuca. Um orgasmo que deixou Lara sem força nas pernas, sentindo apenas a vibração de seu sexo.
Glória sentiu em sua língua e seus dedos a buceta de Lara se contraindo e relaxando várias vezes num longo gozo. Fê experimentou a mesma coisa no cuzinho de Lara, que apertou e contraiu em sua língua.
Lara caiu no chão, extasiada, incapaz de se manter em pé. As pernas não tinham força. Fê e Glória se levantaram.
_Dá seu celular.
E digitou os números de telefone dela e de Fê no telefone de Lara
_ A gente precisa ir agora… mas se quiser… a gente marca um café uma hora dessas… e riu.
Glória e Fê beijaram Lara nos lábios e ela pode sentir o gosto e o cheiro sensuais do próprio gozo nos lábios delas.
Lara ficou sozinha no banheiro mais um instante precisava se recompor.
Saiu do box sob o olhar curioso de outras mulheres, que certamente ouviram tudo que ela falara sobre ser chupada na buceta e no cuzinho.
"Paciência. Já era… Afinal, aposto que elas vão chegar em casa com inveja e se tocar pensando no que só eu vivi”
Ela se ajeitou como pode. Colocou a saia no lugar, consertou a blusa e subiu a meia sete oitavos. Transar com duas mulheres não estava nos planos daquela noite.
Mas com um homem estava.
E os planos não tinham mudado.


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