Jantar a Três

 Esse foi o primeiro conto erótico que escrevi. De lá pra cá, creio, melhorei bastante a narrativa. De qualquer forma, sinto que "Jantar a Três" ainda tem seu lugar.

Trata-se da descrição de um ménage sob a perspectiva de Arthur, marido de Lavínia. Posteriormente, reescrevi a mesma história, mas sob a perspectiva de Lavínia e de forma bastante mais completa.

Espero que gostem.

***

Dizer que não havia imaginado antes o que aconteceu naquela seria um exagero. Aliás, uma mentira. Mas não havia planejado nada. Foram uma feliz série de pequenas, quase imperceptíveis ações e sinais que nos levou a ter a ter uma das melhores noites de nossas vidas. Evidentemente, não posso revelar meu nome. Sou advogado, pessoa séria, tenho uma reputação a zelar e uma imagem pública que prefiro manter distante de acontecimentos mais, digamos, polêmicos. Não que eu tenha vergonha propriamente do que fiz ou faço. Apenas reconheço que a sociedade é um tanto conservadora e o que se faz entre quatro paredes é mais interessante que fique resguardado aos envolvidos. De qualquer modo, não acho que faria diferença vocês me conhecerem efetivamente. Todas as informações relevantes para essa história serão contadas e meu nome não é uma delas. Chamem-me, então, simplesmente de Arthur. Os nomes das demais pessoas também serão alterados (com mais razão ainda do que o meu. Tenho certeza que vocês entendem isso e não preciso perder tempo explicando). 

Pois bem, eu estava no escritório quando recebi uma mensagem da minha mulher, Lavínia. Uma amiga nossa viria para a cidade por uns dias e queria saber se poderia ficar lá em casa. Lavínia já tinha, claro, dito o sim e apenas me comunicava a decisão. Seria bom ter Cássia conosco por uns dias. Não temos tantos amigos na cidade e visitas são sempre motivo de satisfação. Além do mais, nos dávamos muito bem com ela, sempre divertida, animada e cheia de histórias para contar. Bastavam algumas garrafas de vinho ou doses de whisky para fazer a noite acontecer. Era simples, era fácil. Nós três nos entendíamos, éramos amigos há mais de uma década. Além disso tudo, Cássia era muito bonita. Seu sorriso irradiante iluminava um corpo proporcional, com seios fartos, pele clara e macia, olhos castanhos claros e cabelos escuros levemente cacheados até os ombros. Era inevitável pensar naquele espetáculo de mulher e aquelas curvas povoaram minha cabeça em devaneio por uns instantes. Logo voltei à realidade. Nada aconteceria. Seria só mais um dos milhares de cenários que já imaginei na minha cabeça. Respondi a mensagem e voltei minha atenção para os processos que me aguardavam. 

No dia combinado passamos no supermercado e pegamos itens para um jantar. Uma massa leve seria servida com alguns vinhos. No final da tarde, peguei Lavínia no trabalho e fomos ao aeroporto esperar Cássia. Ela chegou radiante de felicidade. Há muito não nos víamos e nos abraçamos com força. Era bom um rosto amigo de verdade por perto! Ela estava linda usando sapatos de salto, uma blusa elegante branca e uma saia até os joelhos. E cheirosa... como cheirava bem! Aquele perfume na medida exata, bastante floral, mas com um toque sensualmente amadeirado. Peguei a mala dela, pus no carro e fomos animadamente conversando até nosso apartamento. Ela contou que vinha à cidade para dar consultoria a uma empresa da área química, depois contou algumas histórias de Belo Horizonte, mencionou que estava difícil ter tempo para relacionamentos com o volume de trabalho e que torcia muito para essa parceria aqui na cidade dar certo, pois seria um diferencial para a empresa dela. 

Chegamos em casa e, como bons mineiros, fomos para a cozinha. Abrimos um pinot noir para começar e fomos falando de viagens, desviando de assuntos políticos, e relembrando histórias. O jantar foi servido e abrimos um ótimo cabernet sauvignon que havíamos trazido da última viagem à Europa. O momento alegre combinava com uma bebida especial. Em determinado momento, o assunto mudou para relacionamentos, tangenciamos aspectos do casamento, da intimidade e logo alguém citou a questão da compatibilidade de desejos. Sou um defensor da liberdade sexual como forma de expressão do indivíduo. Entre quatro paredes e adultos capazes de consentir – me desculpem, soei meio jurídico – vale tudo. As pessoas precisam ser mais livres sexualmente para serem mais felizes. Porém, muitas vezes falta diálogo. Os parceiros não sabem exatamente o que querem ou expressar o que querem ou ainda temem o que o outro pensará. Por medo da reprovação do outro, terminam matando seus desejos no nascedouro. Ali éramos todos tranquilos quanto a isso. Lavínia e eu temos uma ótima vida sexual. Ela é uma morena mignon, de cabelos pretos lisos e olhos provocantes, com seios pequenos e duros e – minha parte favorita, confesso – uma bunda absolutamente escultural. Pra mim, um dos segredos da química sexual é querer ter e querer dar prazer em medidas razoavelmente proporcionais ao longo do ato. É importante querer dar prazer, não ser egoísta, buscar agradar o parceiro, entender o que ele ou ela quer e oferecer. Mas alguém que só quer dar prazer impede que o outro sinta prazer dando prazer. Dar prazer é prazeroso e é preciso permitir isso. Há momentos para receber e momentos para dar prazer. Identificar cada um desses tempos é onde reside a arte. 

Em dado momento Cássia disse que a vantagem de estar em um relacionamento, como Lavínia e eu, é que o sexo estava mais próximo. Não precisa sair para procurar e que ela às vezes não tinha paciência para isso mais. Ela, então, riu e disse que seu vibrador acabava sendo seu melhor amigo. 

Confesso que não consegui evitar imaginar Cássia na cama, nua, se deliciando com um vibrador. Aquele corpo delicado esparramado nos lençóis rendendo-se ao desejo e penetrando-se com o brinquedo. Gemendo sem contenção, alto. A buceta pulsando... Aliás, me perguntei, como seria buceta dela? Teria pelos? Lisa? Fiquei perdido nesses pensamentos por um tempo e quando retornei Lavínia estava comentando que nós também, às vezes, usávamos brinquedos para incrementar o sexo. 

O papo definitivamente estava ficando picante. Meu pau estava duro e foi difícil disfarçar esse fato quando me levantei para pegar mais uma garrafa de vinho, que fomos tomar na sala. Lavínia se sentou ao meu lado, no sofá, e Cássia na poltrona à nossa frente. 

“Ah, é legal, sabe, ter um componente a mais durante o sexo, algo pra variar. Dá uma sensação safada” – comentou Lavínia. “Não tem como não ficar se sentindo safada quando a gente tá usando alguma coisa”. 

Ela estava claramente já bem relaxada graças ao vinho e vê-la falando assim, embora me excitasse, me deixava também um pouco ruborescido. De pau duro, mas ruborescido. Lavínia continuou: 

“Tem dias que tudo que você quer é uma chupada, que ele desça lá e fique até você gozar. Tem dias em que outros estímulos são desejados. Eu gosto quando ele passa a mão na minha bunda, sabe? Lá?”

 “No seu... ahm... cu?” - perguntou Cássia. 

Meu pau ia explodir só de ouvir as duas falando dessa forma. 

“É. Fazendo um carinho”

“Não sei se eu ia gostar. Tentei fazer lá por trás uma vez, mas foi ruim”. 

“Ah, talvez não tenha sido da forma certa, talvez tenha faltado excitação ou sei lá. Eu gosto. Aprendi a gostar com o Arthur, né, amor? Ele sabe como me fazer querer e curtir”. 

Cássia riu gostosamente. 

“Ele tem que cuidar mesmo dessa bundinha linda sua e te fazer gozar, né amiga!” e continuou rindo.

Era um riso já aberto, que parecia revelar tesão. Como não ficar excitado falando ali de nossas taras? Mas eu não podia ter certeza do que ela pensava. Só sabia que meu pau estava feito pedra. Lavínia percebeu e colocou a mão dela por cima da minha calça, de modo discreto, mas que era impossível não ser notado por Cássia, que estava à nossa frente. A amiga vislumbrou rapidamente a ação de Lavínia, mas, em seguida, tirou o olhar, tomando um bom gole do vinho. 

Preciso dizer que a possibilidade de um ménage já havia sido discutida entre Lavínia e eu várias vezes. Ela sabia que eu queria e queria também. Só nunca tínhamos tido coragem de tirar esse plano do papel. Sempre pareceu uma fantasia distante, algo que para sempre povoaria nossa imaginação sem nunca efetivamente ocorrer. 

Lavínia continuou: 

“Acho que dá pra curtir bastante um carinho na bundinha, ainda que não seja a sua. É algo legal. Peraí”.

Ela saiu, foi ao quarto e retornou em seguida. Meus olhos se arregalaram quando vi Lavínia voltar. Ela trazia nas mãos um vibrador, um plug anal e um pequeno frasco de gel. 

“Olha aqui algumas das coisas que a gente curte” e exibiu os brinquedos. 

Lavínia, então, abriu minha calça e começou a me masturbar lentamente, continuando a conversa com Cássia como se nada demais estivesse acontecendo. Cássia, claro, não conseguia tirar os olhos do meu pau e da punheta que Lavínia batia. Ela ficou pasma por alguns instantes até que se rendeu e abriu os botões da saia e colocou a mão para dentro da calcinha. 

“É uma delícia chupar enquanto ele brinca no meu cuzinho com o brinquedo” - pontificou Lavínia.

Dizendo isso, ela me colocou no extremo do sofá, se deitou e começou a me chupar, arrebitando a bunda. Precisei agir e com uma mão eu segurava a cabeça dela, com a outra puxava seu vestido para cima, revelando a sua bunda branquinha e redonda. Ela tinha tirado a calcinha quando fora para o quarto, claro. Aquela bucetinha depiladinha estava à mostra, encharcada. O cuzinho piscava pedindo atenção. Eu olhava para Cássia, que estava com as pernas abertas de frente pra mim, afastara a calcinha de lado e subira a saia. Se masturbava gostosamente olhando o boquete de Lavínia. A buceta tinha pelos cuidadosamente aparados, formando um tapete em volta dos lábios. Dava pra ver a umidade brilhando. Ela abrira também a camisa e um dos seios estava à mostra, sendo tocado com a mão esquerda, rígido, farto.

Percebi que Cássia olhava para abunda de Lavínia e soube que ela merecia uma visão melhor. Ajeitei a bunda da minha mulher mais para o lado da amiga e molhei meu dedo em sua boceta. Depois, com o dedo médio, acariciei o cuzinho de Lavínia, rodeando até enfiar tudo. Lavínia gemeu e Cássia também. Tirei o dedo e arreganhei um pouco o cuzinho de Lavínia em direção a Cássia. Ela acelerou a mão na própria buceta. Depois, enfiei novamente o dedo no cu da minha mulher.

Lavínia estava gostando demais daquilo. Curtiu por um tempo até que tirou a boca do meu pau. Olhou com o riso mais safado do mundo pra mim, depois pra Cássia e com os olhos fixos na amiga passou sua língua da base até a cabeça do meu pau. 

Era a hora de Cássia se juntar a nós.

Um segundo de tensão. Ela viria para nossa orgia?

Cássia pareceu pensar por um instante que pareceu uma eternidade. Mas, claro, veio. Ela já estava com os seios de fora, se masturbando com a buceta arreganhada. Salivando vendo aquele boquete safado com um dedo no cu que Lavínia fazia. Ela queria ser parte disso mais do que tudo na vida.

Ela vagarosamente atravessou a sala e se pôs de quatro no chão para lamber meu pau junto com Lavínia.

Fui ao céu e voltei com aquela cena!

Depois as duas começaram a se beijar, longamente. E enquanto se beijavam se despiam. Cássia ia tirando a blusa de Lavínia e Lavínia desabotoando a saia de Cássia. Logo ambas estavam nuas. Cássia por cima de Lavínia, se esfregando na minha mulher. Lavínia, então, colocou Cássia no sofá e arreganhou-lhe as pernas para chupá-la. Eu fui beijar Cássia, que pegava no meu pau e me masturbava. Eu acariciava-lhe os seios, cujos bicos estavam túrgidos. Ela arfava. Todos nós arfávamos de tesão. Tirei a mão de Cássia do meu pau e fui pra trás de Lavínia. Ela chupava Cássia, eu a chupava. Comecei rodeando a buceta, demorando até colocar a língua no meio e no clitóris. Depois comecei a excitar o clitóris enquanto chupava a buceta. Que gosto maravilhoso! Quanto mel saía daquela buceta! Depois subi para o cuzinho... Adoro lamber aquele cuzinho! Continuei masturbando o clitóris dela e comecei a lamber o cuzinho. Ela se contorcia de tesão! Chegava a parar de chupar Cássia para gemer! Ela começou a gemer mais alto. Cássia segurou a cabeça dela contra a sua buceta, forçando-a a não parar de chupar. Comecei, então, a meter forte em Lavínia. Enfiei meu pau de uma vez e dei repetidas estocadas, segurando-a em suas ancas. Ela gozou. Gozou forte. Senti sua buceta contrair repetidas vezes contra meu pau. 

Vendo aquela cena eu urrei e gozei. Jorrei porra dentro da buceta de Lavínia. Muita porra. Porra quente, grossa, em jatos fortes. Lavínia então puxou Cássia e a colocou de quatro. 

“Chupa minha buceta gozada, chupa. Sente meu gozo. Sente a porra do meu marido na minha buceta, vai”. 

E Cássia obedeceu. Ela caiu de boca com tesão, sorvendo tanto o gozo de Lavínia quanto o meu. Na boca de Cássia a minha porra e gozo de Lavínia tinham sabor de tesão, de sacanagem, de putaria. Esse sabor fazia a buceta dela latejar. Ela arrebitava querendo ser comida. Meu pau continuava duro como antes. Era muito tesão. Mas eu não tinha pressa. Queria leva-la ao máximo do tesão. Beijei Lavínia e dei meu pau para Cássia chupar novamente. Ela chupou, sentiu mais um pouco de porra e de gosto da buceta de Lavínia. 

Em seguida, direcionei a boca dela para a buceta de Lavínia e fiquei atrás dela. Comecei a chupar o cuzinho de Cássia enquanto excitava seu clitóris. Lambia e ia tentando colocar a língua, forçando levemente a entrada. Logo ela começou a gostar e a abrir naturalmente o cuzinho, querendo mais língua. Lavínia se levantou, tirou a buceta da boca de Cássia. Queria deixa-la livre para gemer. Era nossa hora de tratar bem a convidada. Ela ajeitou Cássia no sofá, ajoelhada no chão, com a bunda para cima e me beijou novamente. Depois começou a beijar o pescoço e massagear os seis de Cássia. Lavínia fez um gesto para mim: eu deveria comer Cássia. Apontei meu pau para a entrada da buceta de Cássia, encostando a cabeça e sentindo seus pelos pubianos. Ela abria as pernas, gemia e rebolava tentando forçar a entrada do meu pau. Estava gostoso esfregar a cabeça do meu pau na entrada da buceta encharcada de Cássia e sentir a fricção de seus pelos contra a cabeça do meu pau. Me demorei ali um pouco, depois fui penetrando vagarosamente, até enfiar tudo. 

De repente, Cássia sentiu um gelo no cuzinho. Lavínia pegara o gel e derramara sobre ela. Sussurrou no ouvido:

“Você vai gostar...”

Lavínia lambia a orelha e o pescoço de Cássia, massageava seus seios com uma mão e com a outra ia colocando o dedo no cuzinho de Cássia, que correspondia, relaxando e apertando. Eu só entrava e saia meu pau duríssimo da buceta dela, encharcada, pingando. Meu pau querendo esguichar toda aquela porra dentro da buceta maravilhosa de Cássia. 

Lavínia enfiou a primeira falange e começou a beijar Cássia. O beijo a fez aceitar o carinho e o dedo médio de Cássia foi até o fim. Agora eu e ela fazíamos movimentos de entra e sai, os três gemendo, suando... Lavínia ficou de quatro ao lado de Cássia, continuando o beijo e a masturbação anal. Peguei o gel, passei no cu dela. Em seguida, peguei a mão de Cássia e pus no cuzinho de Lavínia, para ela entender o que deveria fazer. Deveria retribuir o carinho. Deixei ela brincando uns instantes e dei a ela o vibrador de Lavínia. Cássia deu um sorrisinho e foi enfiando o brinquedo no cuzinho de Lavínia. Logo Cássia gozou. Senti sua buceta apertando forte meu pau, ela gemeu alto enquanto se apertava contra Lavínia. Lavínia sentiu seu dedo ser comprimido pelas paredes do cuzinho de Cássia. Então Lavínia gozou novamente, gemeu surrando seu gozo no ouvido de Cássia. Tirei meu pau da buceta de Cássia e ambas olharam para mim. Apontei meu pau grosso, vermelho, pulsante para elas. Meu gozo veio de uma vez. Quente, intenso. Seios e rostos das duas ficaram cheios da minha porra. Desabei entre elas. Nos beijamos os três. Suor, porra, gozo, saliva. Tudo misturado.


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